Justiça condena homem a 22 anos e 9 meses pela morte de menina de 9 anos em Branquinha

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19.8.26

Anna Cecillya dos Santos Silva, de 9 anos | Foto: Reprodução
O Tribunal do Júri condenou, nesta terça-feira (18), Victor Emanuel Silva de Souza a 22 anos e 9 meses de prisão pela mort3 de Anna Cecillya dos Santos Silva, de 9 anos, em Branquinha, na Zona da Mata de Alagoas

O réu foi considerado culpado pelos crimes de homic!di0 qualificado e ocultação de cad4ver. Durante o julgamento, porém, Victor foi absolvido das acusações de est#pr0 de vulnerável e corrupção de menores.

Victor Emanuel estava preso desde janeiro de 2025, mês em que o crime aconteceu. O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) sustentou a acusação pelos quatro crimes durante a sessão do Tribunal do Júri.

Anna Cecillya desapareceu no dia 21 de janeiro de 2025, após sair de casa para brincar. Dois dias depois, o corpo da menina foi localizado no Conjunto Raimundo Nonato, na zona rural de Branquinha.

Além de Victor, um adolescente de 17 anos foi apreendido durante as investigações. Segundo o processo, ele confessou participação no crim3 e afirmou que teria sido obrigado a ajudar Victor, que mantinha um relacionamento com uma tia da criança.

Por ter menos de 18 anos à época dos fatos, o adolescente não respondeu criminalmente como adulto. Ele recebeu medida socioeducativa de três anos pela prática de atos infracionais correspondentes aos crimes de homicídio e est#pr0.

Natural de Mozarlândia, em Goiás, Victor teria conhecido a mulher pela internet cerca de 15 dias antes do crime. Posteriormente, deixou o estado de origem e passou a morar com ela em uma residência vizinha à casa onde Anna Cecillya vivia com a mãe, o padrasto e os irmãos.

A condenação desta terça-feira encerra a etapa do julgamento pelo Tribunal do Júri em relação a Victor Emanuel, que deverá cumprir a pena determinada pela Justiça, observadas as regras de execução penal e eventuais recursos.

O caso que chocou Branquinha volta a ter um judicial mais de um ano após a morte da criança.


Mandante de homicídio na Pajuçara é presa em operação policial em Maceió

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Reprodução
A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quarta-feira (19), uma mulher investigada por encomendar a morte do ambulante Moisés Gabriel Cezar de Araújo Silva, de 21 anos. O crime ocorreu no início de agosto, próximo à Feira de Artesanato da Pajuçara, em Maceió. 

A suspeita, que já tem histórico por tráfico de drogas e é apontada como gestora de um ponto de venda de entorpecentes no local, foi localizada em sua residência no bairro Guaxuma durante o cumprimento de mandados judiciais.

O homem apontado como autor dos disparos já havia sido detido no último domingo (16) sob posse de drogas, munições e balança de precisão. Segundo as investigações conduzidas pelo delegado Eduardo Guerra, o atirador atuava a mando da mulher presa hoje. 

A principal linha de apuração indica que o jovem foi alvo de uma disputa territorial entre grupos criminosos rivais apenas por residir em uma comunidade controlada por outra facção, sem que haja indícios de seu envolvimento com atividades ilícitas. O inquérito segue em andamento para esclarecer todos os detalhes do caso.

Enfermeira é esfaqueada por colega de trabalho no interior de Alagoas

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Imagem de câmeras de monitoramento | Foto: Reprodução

Um esfaqueamento registrado na terça-feira (18) movimentou as forças policiais em União dos Palmares, no interior alagoano. A profissional de enfermagem Dayane Santos é apontada como a autora do ataque contra a também enfermeira Adhara Ferreira dos Santos, de quem era colega de trabalho e amiga. 

A agressora foi até a residência da mãe da vítima e a chamou para conversar do lado de fora. O diálogo esquentou e culminou em uma briga física, momento em que Dayane desferiu três golpes de canivete, atingindo Adhara no braço, no tórax e no abdômen. A genitora de Adhara interveio na tentativa de conter a violência e solicitou auxílio imediato.

A vítima passou por cuidados médicos e seu quadro clínico permanece consciente e sem risco de morte. Câmeras do circuito de segurança do imóvel capturaram toda a sequência do crime, registrando desde a conversa inicial até o momento em que a discussão descambou para o confronto físico e as estocadas. Logo após a ação, a suspeita fugiu da cena. 

Agentes da Polícia Militar deslocaram-se até a casa da agressora, contudo constataram que ela já havia deixado o local na companhia do cônjuge, permanecendo com paradeiro desconhecido mesmo após buscas efetuadas na área. A motivação exata do desentendimento continua sob investigação, e a PM ressalta que denúncias anônimas sobre a localização de Dayane podem ser repassadas sem custos através do canal 181.

Casal é encontrado morto com marcas de tiros em canavial no interior de Alagoas

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18.8.26

Imagens dos corpos 
Um homem e uma mulher foram encontrados mortos na manhã desta segunda-feira (17) em um canavial situado na entrada de uma fazenda, no município de Novo Lino, no interior de Alagoas. As informações iniciais apontam que o casal teria sido assassinado a tiros, embora as circunstâncias do crime ainda não tenham sido esclarecidas. Os corpos foram localizados por moradores da região, que acionaram a Polícia Militar. 

O homem estava sem camisa, usava uma bermuda preta e possuía uma tatuagem que se estendia da região da barriga até o peito. A mulher foi identificada apenas como Valéria e vestia short jeans azul e blusa vermelha. Após a ocorrência ser comunicada, equipes do 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM) foram deslocadas até o canavial e constataram que as duas vítimas já estavam sem sinais vitais. Conforme a polícia, os corpos apresentavam ferimentos inicialmente considerados compatíveis com disparos de arma de fogo. A causa oficial das mortes, porém, somente poderá ser determinada após a realização dos exames periciais. 

O local foi isolado pelos militares para evitar a alteração de possíveis vestígios importantes para a investigação. Buscas também foram realizadas nas proximidades na tentativa de localizar pessoas suspeitas de envolvimento no duplo homicídio, mas, até o momento, ninguém foi encontrado. Equipes do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, foram acionadas e realizaram os procedimentos necessários no local. 

Até agora, não há informações sobre quem teria cometido o crime nem sobre a possível motivação. O caso ficará sob investigação da Polícia Civil de Alagoas.

PF deflagra Operação Colheita Proibida contra rede de tráfico de maconha em Alagoas, Bahia e Pernambuco

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Material apreendido
Na manhã desta terça-feira (18), a Polícia Federal deu início à Operação Colheita Proibida, visando desmantelar uma rede criminosa voltada ao plantio, processamento, logística e distribuição de maconha entre diferentes estados. A ofensiva mobiliza agentes para o cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão e 13 de prisão preventiva distribuídos por Alagoas, Bahia e Pernambuco. 

Em solo alagoano, o trabalho conta com o suporte operacional da Companhia de Operações Policiais Especiais do Sertão (COPES-Caatinga/AL) para efetivar os mandados expedidos pela 1ª Vara Criminal da comarca baiana de Juazeiro. Além disso, por decisão da Justiça Federal, foram bloqueados até R$ 50 milhões nas contas bancárias de 36 alvos — divididos entre pessoas físicas e jurídicas —, ao passo que cinco propriedades imobiliárias vinculadas ao grupo sofreram constrição judicial.

Segundo as diligências policiais, o esquema estendia sua atuação por diversos pontos da Região Nordeste e também por Minas Gerais. No decorrer do acompanhamento investigativo, forças de segurança localizaram e destruíram dois campos de cultivo ilegal mantidos pela organização: o primeiro em fevereiro deste ano, na cidade paraibana de Caraúbas, e o segundo em maio, no município de Águas Belas, em Pernambuco, na divisa com Alagoas. 

Os envolvidos na apuração podem responder por lavagem de capitais, associação para o tráfico, financiamento do cultivo ilícito de cannabis, tráfico interestadual de entorpecentes e integração em organização criminosa, enquanto as equipes mantêm as ações em campo nos três estados atingidos pelas determinações judiciais.

Operação Fecha Quartel prende quatro suspeitos de tráfico e apreende arma e drogas no Eustáquio Gomes

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Operação da Polícia Militar apreende mais de 1,5 kg de drogas e prende quatro suspeitos em Maceió - Foto: Cortesia/PM

Sob a coordenação do Comando de Policiamento da Região Metropolitana (CPRM), a Polícia Militar realizou a Operação Fecha Quartel nesta terça-feira (18), resultando na captura de quatro indivíduos em uma zona de matagal na comunidade Chapa Quente, situada no Conjunto Eustáquio Gomes, no bairro Cidade Universitária. O trabalho policial teve início após denúncias indicarem que o grupo utilizava a área para o comércio de entorpecentes e circulava armado pela região, aproveitando-se até mesmo de um canal de esgoto como rota de escape. Na chegada das guarnições, um dos alvos trocou tiros com os agentes e conseguiu fugir pelo encanamento, enquanto outros quatro suspeitos tentaram abandonar o local, mas foram interceptados pelo cerco tático.

Dentre os capturados está um homem conhecido como Carlinhos, apontado pelas autoridades como o gerente do tráfico na comunidade. Ele foi flagrado carregando uma arma de fabricação caseira calibre 12 com uma munição intacta, além de uma mochila contendo maconha, crack e balança de precisão. Outro detido foi Leonardo, vulgarmente chamado de “Revoltado”, localizado com uma mochila abastecida com um tablete de maconha, porções fracionadas do entorpecente e uma balança de medição. A investida policial resultou ainda na prisão de Alessandra, apelidada de “Elba”, flagrada com uma pochete repleta de maconha durante a tentativa de fuga, e de Paulo Henrique, conhecido pelo vulgo de “Sombra”, que precisou ser contido e imobilizado após reagir à abordagem, portando uma mochila com doses de maconha e cocaína.

A ação culminou no recolhimento total de 1,4 quilo de maconha, 160 gramas de cocaína, 26 gramas de crack, a espingarda artesanal calibre 12 com cartucho intacto, duas balanças digitais e três aparelhos telefônicos. O quarteto e os itens apreendidos foram levados para a Central de Flagrantes para formalização da ocorrência, ficando os suspeitos sob custódia pelos crimes de associação criminosa e tráfico de drogas qualificado pelo uso de arma de fogo.

Pablo Marçal atribui a erro declaração de patrimônio de R$ 7,4 bilhões à Justiça Eleitoral

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Pablo Marçal
O candidato do PRTB à Presidência da República, Pablo Marçal, afirmou nesta segunda-feira (17) que a declaração de bens que aponta um patrimônio de R$ 7,4 bilhões em seu nome contém um erro que pode ter sido cometido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou pelo próprio partido. O montante foi informado à Justiça Eleitoral neste fim de semana, após a candidatura surpresa do ex-coach. Marçal está inelegível até 2032 e deve ter o pedido de registro de candidatura analisado pelo TSE nos próximos dias. 

De acordo com os dados apresentados em 2026, R$ 6,7 bilhões do patrimônio declarado correspondem a uma aplicação de renda fixa. Também consta um terreno localizado em Santana de Parnaíba, no estado de São Paulo, avaliado em R$ 490 milhões. Caso os números registrados fossem considerados, o patrimônio representaria um aumento de 4.276% em comparação com a declaração apresentada em 2024, quando Marçal disputou a Prefeitura de São Paulo e não avançou para o segundo turno.

Naquela eleição, ele declarou possuir R$ 169,5 milhões em bens. Em entrevista ao canal de direita Brasil Paralelo, no YouTube, Marçal contestou os valores registrados em 2026 e afirmou que, na realidade, seu patrimônio diminuiu R$ 20 milhões desde 2024, chegando atualmente a R$ 149 milhões. Ao comentar a divergência, o candidato classificou a situação como um erro de digitação e sugeriu que o TSE evite o preenchimento manual das informações no momento de inserir o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (Drap), defendendo a importação dos dados diretamente do arquivo do Imposto de Renda.

“É óbvio que é um erro de digitação. Se você pegar o chatgpt e perguntar quais os bens que o Marçal declarou em 2024 e 2026, aponta a falha pra mim? Dica que eu dou para o TSE é: não deixem pessoas digitarem na hora de subir o drap porque vai dar muito erro. Minha declaração de imposto de renda é bem extensa. É só pegar o arquivo de imposto de renda e importar”, declarou. 

Marçal afirmou ainda não saber quem, dentro do partido, teria cometido o suposto equívoco e brincou com o valor bilionário registrado, dizendo acreditar que poderá alcançar esse patrimônio futuramente caso mantenha o crescimento de suas receitas. 

Não sei quem do partido acabou fazendo esse erro. Mas profeticamente eu recebo e sei que, em breve, com a curva que a gente está tendo de receita, em alguns anos a gente consegue bater esse número. Mas ela é muito menor. E tenho uma notícia triste para todo mundo: de 2024 para 2026 o meu patrimônio caiu. O valor correto é R$ 149 milhões”, afirmou.


 

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