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TSE rejeita por unanimidade candidatura de Pablo Marçal à Presidência da República

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Pablo Marçal
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, rejeitar nesta sexta-feira (11) o registro da candidatura do empresário e influenciador Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República. O julgamento foi realizado no plenário virtual da Corte. Relatora do processo, a ministra Estela Aranha votou pelo indeferimento em razão da inelegibilidade de Marçal e teve seu entendimento acompanhado pelos demais ministros.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) também havia se manifestado contra o registro. O pedido de candidatura foi apresentado pelo PRTB depois que uma decisão da Justiça Eleitoral autorizou a filiação de Marçal à legenda. O empresário, porém, está inelegível até 2032. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou por unanimidade os embargos de declaração apresentados por sua defesa e manteve a condenação que estabeleceu oito anos de inelegibilidade por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024.

Além da condenação, o MPE apontou outro problema no pedido: a ausência de comprovação de que Marçal estava filiado ao PRTB dentro do prazo exigido pela legislação eleitoral. Segundo o órgão, em abril, data-limite para que candidatos estivessem vinculados a um partido para disputar as eleições de outubro, Marçal ainda integrava os quadros do União Brasil. Na manifestação apresentada ao TSE, o Ministério Público sustentou que consultas realizadas em diferentes fontes abertas na internet indicavam, de maneira convergente, que o empresário se apresentava publicamente como filiado ao União Brasil durante o período estabelecido pela legislação.

Diante desse cenário, o MPE também pediu uma decisão provisória para impedir Marçal de acessar recursos públicos destinados à campanha, participar da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão e praticar outros atos de propaganda eleitoral.

Com o indeferimento de Marçal, 12 candidaturas permanecem na disputa pela Presidência da República nas eleições gerais deste ano. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e, caso seja necessário, o segundo será realizado em 25 de outubro. Além de Pablo Marçal, Leonardo Avalanche, também do PRTB, teve a candidatura indeferida.

Após a conclusão dos julgamentos, o TSE validou as chapas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB); Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL); Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD); Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO); Samara Martins e Raquel Brício (UP); Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo); Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU); Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB); Renan Santos e Aroldo Medina (Missão); Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata); Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC); e Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante).

Nos registros aprovados, a Corte Eleitoral concluiu que os pedidos foram apresentados regularmente, acompanhados da documentação exigida, e que os candidatos cumpriram os requisitos estabelecidos pela Constituição Federal e pela Lei de Inelegibilidade (Lei Complementar nº 64/1990).

Sem respostas para Alagoas, JHC foge de perguntas, apela para o deboche e esvazia debate na TV Gazeta

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JHC durante debate promovido pela TV Gazeta de Alagoas 

O confronto promovido pela TV Gazeta na noite desta quinta-feira (10) expôs de forma nítida o despreparo do candidato tucano JHC em sustentar um debate político maduro e focado nos reais problemas de Alagoas. Diante dos questionamentos de Renan Filho, o postulante adotou uma tática contínua de esquiva e superficialidade, demonstrando incapacidade de responder diretamente às pautas apresentadas. 

O padrão se repetiu do início ao fim: ao ser cobrado por soluções para a segurança pública, manobrou o assunto para a educação; quando a pergunta envolveu a área educacional, escapou subitamente para a saúde, recusando-se a encarar com seriedade os desafios apontados.

Essa postura evasiva revelou um candidato mais empenhado na lacração e nos ataques pessoais do que na construção de um projeto de governo consistente. Em vez de apresentar propostas concretas para o estado, JHC apelou para o deboche e o infantilismo, chegando ao ponto de exibir o próprio bíceps no estúdio e disparar ofensas vazias, como chamar o adversário de “cabelo de boneca”. 

Essa busca desesperada por criar frases de efeito e alfinetadas esvaziou a oportunidade de um debate construtivo, deixando explícita a falta de conteúdo de quem prefere o palco das redes sociais ao compromisso com a clareza e com o eleitor alagoano.

Você sabe quanto ganha um deputado estadual em Alagoas? Valor pode surpreender

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ALE/AL
Representar a população no Legislativo também significa receber uma das maiores remunerações do serviço público. Em Alagoas, os salários brutos de deputados estaduais e federais ultrapassam os R$ 34 mil mensais, podendo chegar a mais de R$ 46 mil.

Na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), cada deputado estadual recebe atualmente um subsídio bruto de R$ 34.774,64 por mês. O valor está em vigor desde 1º de fevereiro de 2025, conforme a Lei Estadual nº 9.056/2023. Segundo informações disponibilizadas pela própria Assembleia, após os descontos indicados de INSS e Imposto de Renda, o subsídio líquido fica em R$ 25.417,69.

Já os deputados federais eleitos por Alagoas, assim como os demais integrantes da Câmara dos Deputados, recebem R$ 46.366,19 brutos por mês. Em 12 meses, são aproximadamente R$ 556,4 mil somente em subsídios por parlamentar. A Câmara informa ainda que faltas não justificadas às sessões deliberativas podem provocar descontos na remuneração.

A diferença entre os dois salários é de R$ 11.591,55 por mês. Considerando apenas 12 remunerações, um deputado estadual recebe cerca de R$ 417,3 mil brutos por ano, enquanto um federal chega a aproximadamente R$ 556,4 mil.

Mas é importante destacar que esses números representam o salário parlamentar. Deputados também possuem recursos destinados ao exercício do mandato, que não devem ser confundidos com remuneração pessoal. Na Câmara Federal, por exemplo, existe a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP), utilizada para despesas como passagens aéreas, telefonia, divulgação da atividade parlamentar e manutenção de escritório.

Diante dos valores, fica a pergunta para o eleitor: você sabia quanto recebem os deputados estaduais e federais que representam Alagoas? E considera a remuneração compatível com a responsabilidade e os resultados que espera de um parlamentar?

A política virou entretenimento — ou o eleitor simplesmente deixou de exigir preparo?

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Reprodução
Nas eleições de 2026, nomes conhecidos da internet e do entretenimento entram na disputa eleitoral e reacendem uma pergunta incômoda: desde quando ser famoso virou qualificação para fazer leis e fiscalizar o dinheiro público no Brasil?

O problema não é ser cantor, humorista, influenciador ou vir de origem humilde. O problema é alguém querer ocupar um dos cargos mais importantes do país sem conseguir apresentar propostas consistentes e demonstrar conhecimento mínimo sobre aquilo que pretende fazer.

E existe algo ainda mais preocupante: os próprios partidos alimentam esse sistema.

Algumas legendas parecem se preocupar cada vez menos em lançar candidatos preparados; o foco passou a ser descobrir quem tem seguidores suficientes para garantir votos à chapa. A política corre o risco de se tornar um mercado eleitoral em que a influência digital vale mais do que as próprias ideias.

Você pode gostar da música de alguém. Pode rir dos seus vídeos. Pode acompanhar seus memes todos os dias. Isso não significa que essa pessoa esteja preparada para decidir sobre orçamento público, impostos, segurança, educação ou fiscalizar bilhões de reais dos cofres públicos.

É curioso: para ocupar uma vaga comum no mercado de trabalho, muitas empresas exigem currículo, experiência, cursos e entrevistas.

Mas para entregar um mandato de quatro anos a alguém, parece que às vezes basta o candidato ser apenas famoso, com zero de experiência.

Alguma coisa está profundamente errada nessa lógica.

Seguidor, pessoal, não é currículo.
Fama não é competência.
Viralização nas redes sociais, nunca substituiu políticas públicas.
E urna não é botão de curtir.

Deputado federal, estaduais e distritais não é contratado para produzir memes; não é eleito para viralizar; não recebe mandato para entreter.

Deputados votam em leis, fiscalizam o governos, discutem orçamentos e participam de decisões que podem afetar mais de 200 milhões de brasileiros.

Então é legítimo perguntar: quais são as propostas? Qual é o preparo? Qual é o projeto de país?

Ronaldo Lessa renuncia à candidatura de suplente na chapa de Marina Cândia ao Senado

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Marina, Ronaldo Lessa e JHC
O vice-governador de Alagoas, Ronaldo Lessa (PDT), oficializou nesta quarta-feira (2) sua renúncia à posição de segundo suplente na chapa majoritária encabeçada por Marina Cândia (PSDB) na disputa pelo Senado. O pedido foi protocolado junto à Justiça Eleitoral, solicitando tanto o cancelamento do registro quanto a substituição de seu nome dentro da coligação.

Segundo consta na carta de renúncia, a decisão se deu "por questão de remanejamento da chapa majoritária de senador pela Coligação". No mesmo documento, Lessa pede que a aliança política seja formalmente notificada para dar andamento à substituição de seu nome na chapa.

O texto, datado de 24 de agosto de 2026, foi endereçado ao desembargador relator responsável pelo processo de registro da candidatura. Nele, o vice-governador reconhece que a renúncia não o isenta da obrigação de prestar contas referentes ao período em que sua candidatura esteve formalmente ativa.

Racha e desistência no PT: insatisfação com Fundo Eleitoral reforça receio de enfrentar ‘gigantes’ eleitorais

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28.8.26

Teca Nelma, Lula de Alagoas e professor Dilson Ferreira | Foto: Montagem/Portal Tabu
A distribuição do Fundo Eleitoral no Partido dos Trabalhadores (PT) acendeu um clima de forte insatisfação entre os candidatos em Alagoas, resultando inclusive no abandono de uma das candidaturas à Assembleia Legislativa (ALE-AL).

Lula de Alagoas, sósia do presidente, anunciou nesta quinta-feira (27) que retirou seu nome da disputa para deputado estadual. Ele explicou que os recursos prometidos pelo partido não foram repassados e que não dispõe de verba própria para financiar a campanha.

As críticas aos critérios da diretoria partidária também foram reforçadas pela vereadora Teca Nelma, que classificou como insuficiente a verba recebida de cerca de R$ 125 mil para encarar a disputa estadual. Já o professor Dilson Ferreira, outro nome do PT que busca uma vaga na ALE-AL, também questionou abertamente a forma como os repasses foram definidos, mas confirmou que manterá sua candidatura.

Mesmo detendo a segunda maior fatia do Fundo Eleitoral do país — R$ 615,4 milhões segundo dados do TSE —, o PT concentrou grande parte do montante no projeto de reeleição do presidente Lula. Diante da vantagem financeira e da estrutura de candidatos tradicionais no estado, a militância petista em Alagoas busca alternativas no ambiente digital para dar alcance às suas campanhas nas redes sociais.

Lideranças da pesca artesanal se reúnem no Pontal da Barra e fecham aliança com Renan Filho

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Renan Filho | Foto: Reprodução
Uma comitiva formada por pescadores e marisqueiras alagoanos oficializou o respaldo à postulação de Renan Filho (MDB) ao Poder Executivo estadual. A aliança foi selada nesta quarta-feira (26), durante reunião no bairro do Pontal da Barra, em Maceió, evento que concentrou lideranças de diversas regiões do estado dispostas a conhecer as metas do postulante para o fomento da pesca artesanal, incremento da renda e modernização do trabalho na área.

O presidente da Federação dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura do estado (FETAP Alagoas), José Ronaldo Barbosa da Silva, elogiou o conjunto de diretrizes apresentadas e garantiu o envolvimento direto da classe na corrida eleitoral. 

O líder comunitário destacou a relevância econômica e social do grupo, ressaltando que o território alagoano dispõe de 44 colônias estruturadas e engloba cerca de 33 mil trabalhadores cadastrados com Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) em dia — contingente que, segundo ele, marchará unido no projeto político do candidato.

Exoneração em Maceió escancara ruptura entre JHC e Luciano Barbosa na disputa pelo Governo de AL

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25.8.26

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O prefeito de Maceió, Rodrigo Cunha, formalizou a exoneração de Antonio Lenine Pereira Filho da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Primeira Infância e Segurança Alimentar (Semdes). O ato foi registrado na Portaria nº 4.877, divulgada no Diário Oficial do Município de segunda-feira (24). Para ocupar o posto vago, o chefe do Executivo municipal designou Thyago Brito Sessim por meio da Portaria nº 4.884, veiculada na mesma data.

A reformulação na pasta — comandada desde abril pelo advogado e administrador — explicita a ruptura política entre o bloco liderado pelo ex-prefeito da capital e atual postulante ao Governo de Alagoas, JHC (PSDB), e a liderança do Agreste, exercida pelo prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa (MDB), responsável pela indicação de Lenine.

A alteração nos quadros da gestão paulistana acompanha as movimentações do cenário eleitoral no estado. O distanciamento consolidou-se após Luciano Barbosa optar por respaldar a candidatura de Renan Filho (MDB) ao Poder Executivo estadual. O arranjo garantiu ao grupo arapiraquense a indicação da vaga de vice na chapa governista, ocupada pelo ex-vice-prefeito e ex-secretário municipal de Arapiraca, Yale Fernandes (MDB). Yale, por sua vez, possui vínculo familiar com Célia Rocha, ex-prefeita daquele município e escolhida para compor como vice na chapa encabeçada por JHC.

Renan Filho reúne mais de 10 mil pessoas em lançamento de campanha em Arapiraca

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24.8.26

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Mais de 10 mil pessoas participaram, neste sábado (22), em Arapiraca, do primeiro grande ato da campanha de Renan Filho (MDB) ao Governo de Alagoas. O evento marcou oficialmente a largada da caminhada eleitoral e reuniu lideranças de diferentes regiões do Estado.

Ao lado do candidato a vice-governador, Yale Fernandes, do senador Renan Calheiros, do governador Paulo Dantas, do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Victor, e do prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa, Renan Filho fez um discurso marcado por defesa do legado político, ataques ao principal adversário e apresentação de propostas para o futuro.

Um dos momentos de maior repercussão foi quando Renan Filho falou sobre sua relação com o pai e afirmou que não pretende esconder o sobrenome.

“Eu jamais virarei uma sigla para esconder o nome do meu pai. Eu nunca serei ‘RF’, eu serei sempre Renan Filho, filho do senador Renan Calheiros, e isso é para mim motivo de muito orgulho.

O candidato também transformou o início da campanha em uma disputa de projetos e posicionamentos políticos.

“Essa campanha é de escolha clara. É a campanha do certo contra o duvidoso, é a campanha do trabalho sério contra o marketing que tenta enganar.

O apoio do prefeito Luciano Barbosa também foi destacado durante o discurso. Renan Filho lembrou que Luciano foi seu vice-governador nos dois mandatos e afirmou que a parceria continuará na nova composição, com Yale Fernandes representando o grupo na chapa.

“Nós vamos, Luciano, reeditar o sucesso do nosso governo. Não com a mesma dupla, porque você hoje é prefeito de Arapiraca. Mas você estará na chapa, representado por Yale Fernandes.”

Ao falar sobre o futuro, Renan Filho afirmou que não pretende fazer uma campanha baseada apenas no que já realizou.

“Eu não sou candidato a governador apenas para falar do que eu já fiz. Eu sou candidato a governador de Alagoas para construir o futuro de Alagoas.”

O ato em Arapiraca inaugura uma caminhada de 45 dias até as eleições, com Renan Filho apostando na força da aliança política, no apoio de Lula e na avaliação positiva de seus governos anteriores para avançar na disputa.

TSE define tempo de Lula, Flávio Bolsonaro e demais candidatos no horário eleitoral de rádio e TV

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21.8.26

Candidatos à presidência 
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu nesta quinta-feira (20) a divisão do tempo que cada candidatura à Presidência da República terá na propaganda eleitoral gratuita transmitida em rede nacional de rádio e televisão. O horário eleitoral está previsto para começar no dia 28 de agosto. 

A distribuição considera a representação dos partidos políticos na Câmara dos Deputados e, nos casos de coligações, também leva em conta as legendas que fazem parte de cada composição e que atenderam aos critérios estabelecidos pela legislação eleitoral. 

De acordo com a definição do TSE, Lula terá o maior espaço, com 5 minutos e 31 segundos destinados à Coligação Brasil Pronto para Mais, liderada pelo PT e integrada também por PCdoB, PV, PDT, PSB, PSOL e Rede. Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, contará com 4 minutos e 20 segundos, enquanto Ronaldo Caiado, do PSD, terá 2 minutos e 2 segundos. 

Augusto Cury, do Avante, terá 35 segundos. Já Renan Santos, do Missão, Zema, do Novo, e os demais candidatos à Presidência não terão participação na propaganda eleitoral gratuita exibida em rede. Durante a audiência, o TSE também realizou o sorteio para estabelecer a sequência de apresentação das candidaturas no primeiro dia do horário eleitoral. 

O Avante, de Augusto Cury, será o primeiro a aparecer, seguido pelo PSD, de Ronaldo Caiado; pelo PL, de Flávio Bolsonaro; e, posteriormente, pela coligação de Lula. A partir dos dias seguintes, a sequência das propagandas será modificada conforme as regras previstas para o horário eleitoral.

Candidaturas a deputado federal caem 28% nas eleições de 2026

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Câmara dos Deputados | Foto: Kayo Magalhães   
O número de candidatos ao cargo de deputado federal diminuiu significativamente neste ano. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atualizados até esta sexta-feira (21), mostram que as candidaturas passaram de aproximadamente 10,6 mil em 2022 para 7,6 mil em 2026, uma redução de 28%.

Mesmo com o encerramento do prazo para registro, os números ainda podem sofrer ajustes, já que alguns pedidos podem estar em processamento na Justiça Eleitoral e ainda não aparecer no sistema do TSE.

A cientista política e professora da UFRJ Mayra Goulart relaciona parte dessa redução às mudanças promovidas pelas reformas eleitorais. Regras como a cláusula de desempenho aumentaram a pressão para que os partidos priorizem candidaturas consideradas mais competitivas.

Esse cenário também amplia a presença de políticos que já ocupam cargos. Segundo os dados apresentados, quase 80% dos atuais deputados federais tentam a reeleição em 2026.

A quantidade de partidos com candidatos também recuou. Em 2022, eram 32 legendas; neste ano, são 28, após processos de fusão e incorporação. Entre as mudanças estão a criação do PRD, resultado da união entre PTB e Patriota, além das incorporações do PROS pelo Solidariedade e do PSC pelo Podemos.

Participação feminina cresce proporcionalmente

Embora o número absoluto de candidaturas tenha diminuído entre homens e mulheres, a presença feminina avançou proporcionalmente. As mulheres passaram de cerca de 35% dos candidatos em 2022 para aproximadamente 36,6% em 2026. Foram 3.717 candidaturas femininas há quatro anos, contra 2.788 neste pleito.

Novo cresce, PL amplia nomes e Federação Brasil da Esperança reduz chapa

O Novo apresentou o maior crescimento proporcional, passando de 221 para 505 candidatos — alta de aproximadamente 128%. O PL avançou de 511 para 534 nomes e passou a liderar em número absoluto de candidaturas.

Já a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, passou de 533 candidatos em 2022 para 486 em 2026, uma redução de 8,8%. O Agir registrou a maior queda absoluta entre os dados apresentados, saindo de 373 para 103 candidaturas, recuo de 72%.

No cenário geral, os números apontam para uma eleição com menos candidatos e maior concentração da disputa entre nomes considerados competitivos pelos partidos.

Pablo Marçal atribui a erro declaração de patrimônio de R$ 7,4 bilhões à Justiça Eleitoral

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18.8.26

Pablo Marçal
O candidato do PRTB à Presidência da República, Pablo Marçal, afirmou nesta segunda-feira (17) que a declaração de bens que aponta um patrimônio de R$ 7,4 bilhões em seu nome contém um erro que pode ter sido cometido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou pelo próprio partido. O montante foi informado à Justiça Eleitoral neste fim de semana, após a candidatura surpresa do ex-coach. Marçal está inelegível até 2032 e deve ter o pedido de registro de candidatura analisado pelo TSE nos próximos dias. 

De acordo com os dados apresentados em 2026, R$ 6,7 bilhões do patrimônio declarado correspondem a uma aplicação de renda fixa. Também consta um terreno localizado em Santana de Parnaíba, no estado de São Paulo, avaliado em R$ 490 milhões. Caso os números registrados fossem considerados, o patrimônio representaria um aumento de 4.276% em comparação com a declaração apresentada em 2024, quando Marçal disputou a Prefeitura de São Paulo e não avançou para o segundo turno.

Naquela eleição, ele declarou possuir R$ 169,5 milhões em bens. Em entrevista ao canal de direita Brasil Paralelo, no YouTube, Marçal contestou os valores registrados em 2026 e afirmou que, na realidade, seu patrimônio diminuiu R$ 20 milhões desde 2024, chegando atualmente a R$ 149 milhões. Ao comentar a divergência, o candidato classificou a situação como um erro de digitação e sugeriu que o TSE evite o preenchimento manual das informações no momento de inserir o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (Drap), defendendo a importação dos dados diretamente do arquivo do Imposto de Renda.

“É óbvio que é um erro de digitação. Se você pegar o chatgpt e perguntar quais os bens que o Marçal declarou em 2024 e 2026, aponta a falha pra mim? Dica que eu dou para o TSE é: não deixem pessoas digitarem na hora de subir o drap porque vai dar muito erro. Minha declaração de imposto de renda é bem extensa. É só pegar o arquivo de imposto de renda e importar”, declarou. 

Marçal afirmou ainda não saber quem, dentro do partido, teria cometido o suposto equívoco e brincou com o valor bilionário registrado, dizendo acreditar que poderá alcançar esse patrimônio futuramente caso mantenha o crescimento de suas receitas. 

Não sei quem do partido acabou fazendo esse erro. Mas profeticamente eu recebo e sei que, em breve, com a curva que a gente está tendo de receita, em alguns anos a gente consegue bater esse número. Mas ela é muito menor. E tenho uma notícia triste para todo mundo: de 2024 para 2026 o meu patrimônio caiu. O valor correto é R$ 149 milhões”, afirmou.


 

TCE/AL envia à Justiça Eleitoral lista de gestores com contas rejeitadas

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17.8.26

O Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE/AL) encaminhou à Justiça Eleitoral a relação de gestores públicos que tiveram contas rejeitadas ou consideradas irregulares nos últimos dois anos, em cumprimento ao que determina a legislação eleitoral. A lista foi enviada ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Alcides Gusmão da Silva. 

Segundo as informações divulgadas, além de atender à exigência prevista em lei, a disponibilização dos dados aos órgãos eleitorais amplia o acesso da população a informações sobre a situação das contas de agentes que exerceram cargos ou funções públicas. Os nomes e os respectivos processos incluídos na relação seguem os critérios estabelecidos pela legislação e pelas normas internas do próprio Tribunal de Contas. A medida está prevista no artigo 11, parágrafo 5º, da Lei Federal nº 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições. 

A norma determina que, até 15 de agosto do ano eleitoral, os Tribunais de Contas disponibilizem à Justiça Eleitoral a relação das pessoas que tiveram contas relacionadas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável e por decisão irrecorrível, excetuando-se as situações em que exista decisão judicial favorável ao interessado.

Eleições 2026: Prazo para registro de candidaturas termina neste sábado (15)

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15.8.26

Imagem produzida por IA | Portal Tabu
As agremiações partidárias, federações e coligações devem formalizar junto à Justiça Eleitoral até as 19h deste sábado (15) as solicitações de registro dos nomes selecionados nas convenções realizadas de 20 de julho a 5 de agosto para concorrer no pleito de 2026. 

A exigência legal abrange postulantes aos cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e seus respectivos suplentes, bem como deputados federais, estaduais e distritais. 

A submissão das fichas e documentações ocorre inteiramente de forma remota por meio do sistema CANDex da Justiça Eleitoral, cabendo ao TSE a deliberação sobre a chapa presencial e aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) a apreciação dos pleitos estaduais e federais no âmbito regional. 

A fase seguinte envolve a checagem detalhada das exigências de elegibilidade pela Magistratura Eleitoral, período em que os registros podem sofrer impugnações ou solicitações de retificação aos partidos caso surjam inconsistências documentais. 

Concluída essa etapa burocrática, o calendário abre espaço no domingo (16) para o início oficial da propaganda eleitoral, permitindo a veiculação de campanhas, pedidos explícitos de votos e divulgação de plataformas políticas inclusive em meio digital, encerrando as restrições vigentes até então sobre propaganda antecipada.

JHC: Governo ou Senado? Decisão pode mudar o rumo da eleição em Alagoas

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13.8.26

JHC e Lula 
Nesta quinta-feira (13), foi publicado pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo, que o ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas, o JHC (PSDB), teria informado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que pretende disputar uma vaga no Senado nas eleições deste ano, e não o Governo de Alagoas.

Segundo a publicação, JHC esteve em Brasília no início da semana e se reuniu com Lula fora da agenda oficial. Conforme relatos de aliados do presidente citados pelo colunista, o ex-prefeito teria comunicado que desistirá da disputa pelo Executivo estadual para concorrer ao Senado.

A possível mudança ocorre a dois dias do prazo final para registro das candidaturas, que termina neste sábado (15), e pode alterar significativamente o cenário eleitoral em Alagoas.

JHC havia sido anunciado pelo PSDB como candidato ao Governo do Estado após a convenção partidária. No entanto, seu nome não constou na ata da reunião da legenda, enquanto a composição definitiva da chapa continuava sem confirmação.

Lauro Jardim também relembrou uma articulação ocorrida no ano passado, quando JHC ainda era filiado ao PL. Na ocasião, o então prefeito se reuniu com Lula durante as tratativas que resultaram na indicação de sua tia, Marluce Caldas, para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo relatos publicados pelo colunista na época, teria existido uma articulação para que JHC disputasse uma das duas vagas de Alagoas no Senado em 2026. Agora, essa possibilidade volta ao centro das discussões.

Uma eventual candidatura de JHC ao Senado também modificaria a disputa pelo Governo de Alagoas, retirando da corrida estadual um dos principais adversários de Renan Filho (MDB).

Na disputa pelo Senado, já estão posicionados Renan Calheiros (MDB) e Arthur Lira (PP). A esposa de JHC, Marina Candia, também foi apresentada como candidata ao Senado após receber apoio de Flávio Bolsonaro.

Apesar das movimentações, a definição oficial ainda depende do registro das candidaturas. O prazo para que partidos e federações apresentem os pedidos à Justiça Eleitoral termina neste sábado (15).

MDB registra candidatura de Remi Calheiros, que vai disputar novo mandato na Assembleia de Alagoas

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Remi Calheiro tem candidatura registrada pelo MDB-AL
O deputado estadual Remi Calheiros teve a candidatura oficialmente registrada pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e está apto a concorrer novamente a uma vaga na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE). Com a formalização do registro, o parlamentar passa a integrar oficialmente a disputa eleitoral em busca de um novo mandato no Legislativo alagoano.

Nas redes sociais, Remi Calheiros comentou a oficialização da candidatura e afirmou receber a nova etapa com responsabilidade e gratidão. Segundo o deputado, o registro representa mais um passo em sua trajetória política, marcado pela confiança das pessoas que acompanham e apoiam seu trabalho.

Esse é mais um passo dado com muita responsabilidade e gratidão a Deus e a cada pessoa que confia no meu trabalho", destacou o deputado.



TRE-AL convoca servidores do interior e reforça fiscalização das contas das Eleições 2026

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12.8.26

TRE-AL
Com o objetivo de ampliar o controle e dar maior celeridade às auditorias financeiras das Eleições 2026, o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) determinou um incremento na equipe de servidores que atuam no acompanhamento dos gastos de partidos e postulantes aos cargos eletivos. 

A decisão foi formalizada através de portaria veiculada na edição do Diário Oficial da instituição nesta quarta-feira (12), promovendo uma reformulação na estrutura da Comissão de Exame de Contas de Campanha (CEC-2026). Para estruturar essa força-tarefa de fiscalização, a Corte convocou analistas e técnicos vinculados a comarcas do interior alagoano, incluindo profissionais originários da 26ª e da 33ª Zonas Eleitorais.

A movimentação integra um esforço logístico mais amplo do tribunal para rigidez na apuração das declarações parciais e definitivas enviadas via Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE), permitindo que a comissão técnica identifique com precisão possíveis falhas antes da diplomação, como repasses financeiros indevidos, inobservância das cotas obrigatórias, movimentações bancárias sem origem comprovada e discrepâncias nos pagamentos efetuados a prestadores de serviço.

Uma em cada quatro ações eleitorais enviadas à Meta no Brasil vem da Justiça de Alagoas

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11.8.26

Arte: Portal Tabu
Alagoas representa 25% de todas as demandas judiciais relacionadas às eleições recebidas pela Meta no Brasil em 2026. O indicador foi apresentado pela própria empresa — proprietária de redes como WhatsApp, Instagram e Facebook — em reunião com a diretoria do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL).

Uma em cada quatro ações judiciais enviadas à Meta no país tem origem na Justiça Eleitoral alagoana. O volume atual de processos no estado já supera o total registrado durante todo o período das Eleições Gerais de 2022.

No encontro, representantes da empresa de tecnologia e magistrados do TRE-AL estabeleceram fluxos de cooperação direta para acelerar a remoção de conteúdos irregulares, combater a desinformação eleitoral e simplificar o cumprimento de ordens de quebra de sigilo ou suspensão de perfis.

A alta demanda reflete a intensificação da fiscalização sobre o ambiente virtual no estado e a atuação do tribunal no combate às fake news e ao impulsionamento ilegal de propaganda. A parceria entre o órgão judicial e a Meta busca garantir agilidade na comunicação processual durante o pleito de 2026.

A discussão sobre o cenário político e pesquisas para o pleito no estado pode ser acompanhada na cobertura jornalística sobre as Eleições em Alagoas.

MDB oficializa chapa completa para as Eleições em Alagoas

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Renan Filho durante convenção 
A ata da convenção estadual do MDB de Alagoas, realizada no último dia 5 de agosto, oficializou a estratégia política do partido para as eleições de 2026 e confirmou a composição completa da chapa majoritária. O documento foi protocolado na noite desta quinta-feira (6) no sistema da Justiça Eleitoral, consolidando a aliança e os candidatos que disputarão os principais cargos no Estado.

Batizada de “Pra Alagoas fazer história de novo”, a coligação reúne, preliminarmente, MDB, PSD, PSB, Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV), Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade), Podemos, Agir e Avante, formando uma das maiores alianças políticas do pleito.

Ao contrário de outras legendas, que deixaram cargos em aberto durante suas convenções, o MDB homologou por aclamação todos os integrantes da chapa majoritária. Para o Governo de Alagoas, foi confirmado o senador Renan Filho, tendo como candidata a vice-governadora Marina Lamenha de Freitas Cavalcanti.

Na disputa pelas duas vagas ao Senado, o partido oficializou as candidaturas de Renan Calheiros e Dr. José Wanderley Neto, consolidando a composição apresentada durante a convenção.

A ata também definiu os suplentes. Para a candidatura de Renan Calheiros, os suplentes serão Paulo Guilherme Barbosa Leão e Sabino Fidélis de Moura. Já para Dr. Wanderley, foram registrados Robertson Henrique Santos Freire e Ademir Pereira Cabral.

No campo proporcional, o MDB homologou 10 candidatos à Câmara dos Deputados, entre eles Isnaldo Bulhões Jr., Rafael Brito, Renato Filho, Tereza Nelma e Galba Novaes. Para a Assembleia Legislativa, foram aprovadas 27 candidaturas, incluindo Marcelo Victor, Remi Calheiros, Alexandre Ayres, Fátima Canuto, Cibele Moura e Cris de Madri, mulher trans.

O documento ainda concede plenos poderes à Comissão Executiva Estadual para realizar ajustes na composição da chapa até o prazo final de registro das candidaturas, em 15 de agosto, permitindo substituições, preenchimento de vagas remanescentes e eventuais alterações na coligação, caso necessário.

Com o protocolo da ata, o MDB consolida oficialmente sua estratégia eleitoral e entr

Arthur Lira articula bastidores e garante apoio em peso de vereadores de Maceió ao Senado

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Arthur Lira | Foto: Reprodução

Enquanto o prefeito JHC mantinha um cenário de indefinição sobre suas alianças políticas, o deputado Arthur Lira agiu rápido nos bastidores e garantiu um apoio em peso na Câmara Municipal de Maceió — um ambiente em que o gestor da capital sempre exerceu forte liderança.

Praticamente todos os parlamentares maceioenses já declararam suporte à pré-candidatura do presidente estadual do PP ao Senado. A única exceção no legislativo municipal é o vereador Chico Filho.

Mesmo os parlamentares que demonstravam maior resistência acabaram convencidos a integrar a base de apoio da campanha de Lira.

Com essa articulação, o líder do PP assegura a sustentação do próprio grupo político ligado à prefeitura no legislativo da capital, demonstrando habilidade na construção de alianças e no pragmatismo das negociações partidárias.

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