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Jovem é apreendido com maconha dentro de Escola de União dos Palmares

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Material apreendido | Reprodução

Uma ocorrência atípica mobilizou o 2º Batalhão da Polícia Militar na tarde desta quinta-feira (5), em União dos Palmares, no interior do estado de Alagoas. O caso, que começou com uma denúncia de tráfico no bairro Taquari, terminou com uma mãe colaborando ativamente com as autoridades para localizar o filho dentro de uma escola.

Por volta das 16h, a equipe do PELOPES (Pelotão de Operações Policiais Especiais) seguiu uma pista do setor de inteligência sobre a comercialização de entorpecentes em uma residência próxima à rodovia AL-205.

Ao identificar o material ilícito, a mãe indicou que os objetos pertenciam ao seu filho mais velho, que estava no horário de aula. Em uma decisão colaborativa, ela acompanhou a guarnição até a unidade escolar.

Durante a abordagem na escola, os policiais encontraram mais uma porção de maconha escondida no bolso do suspeito. O jovem e sua mãe foram levados ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) da cidade. O suspeito foi apresentado às autoridades competentes para o registro do flagrante e os procedimentos legais necessários.

O "Freio de Arrumação" de Dino: Ministro suspende quebra de sigilo do filho de Lula

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Flávio Dino

A política em Brasília não perdoa coincidências, e a mais recente decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), é o combustível perfeito para as teorias de bastidor. Ao suspender as quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e de outros 86 alvos da CPMI do INSS, Dino não apenas travou uma investigação; ele levantou um muro jurídico que separa a sanha política do devido processo legal.

Mas a pergunta que ecoa nos corredores do Congresso é inevitável: estamos diante de uma garantia constitucional ou de uma blindagem política sob medida?

O cerne da decisão de Dino ataca o método. A CPMI, sob as bençãos de Davi Alcolumbre, tentou um atalho perigoso: aprovar 87 requerimentos de uma só vez, no chamado voto "em globo". Para o ministro, a quebra de sigilo — uma das medidas mais invasivas que o Estado pode impor a um cidadão — não é item de prateleira em liquidação.

Dino argumenta que, se um juiz precisa escrever páginas justificando por que vai invadir a privacidade de alguém, uma comissão de parlamentares não pode fazê-lo por "W.O." comunicativo. Ao determinar o sobrestamento dos dados, o STF impõe que a CPMI refaça o dever de casa. Agora, cada nome terá que ser debatido, justificado e votado individualmente.

Lulinha

É impossível desassociar a figura de Flávio Dino de sua trajetória recente como braço direito do presidente Lula. Para a oposição, a liminar é lida como um "favor de família", uma interferência do Judiciário para estancar o sangue de um governo acuado por denúncias no INSS.

Contudo, sob a ótica técnica, Dino apenas aplicou a cartilha clássica do garantismo. Ao tentar o "jeitinho regimental" de votar tudo em bloco, a oposição entregou de bandeja o argumento da nulidade. Investigar o filho de um presidente exige um processo à prova de balas; qualquer deslize formal transforma a prova em fumaça nos tribunais superiores.

A decisão tem um efeito prático devastador para a CPMI: o relógio parou.

  1. Obstrução Facilitada: Agora que cada um dos 87 nomes precisa de uma sessão e de um debate, a base governista tem o cenário ideal para a obstrução infinita.

  2. A Derrota de Alcolumbre: O presidente do Congresso, que tentou validar a votação conturbada, vê sua autoridade ser contestada pela caneta do STF.

Se o objetivo de Dino fosse "acobertar", ele teria proibido a investigação. Ele não o fez. Ele exigiu que ela fosse feita pelas regras. O problema é que, no xadrez de Brasília, seguir as regras muitas vezes é o caminho mais longo e tortuoso, dando tempo para que alianças se refaçam e o ímpeto investigativo se esvazie.

A oposição agora enfrenta um dilema: terá coragem de pautar o nome de Lulinha individualmente, enfrentando o desgaste de uma votação nominal, ou aceitará que a tentativa de "atropelo" acabou por blindar o alvo?

Jovem sequestrada teria sido morta por dívida de R$ 200

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Vítima 

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) abriu uma investigação rigorosa para esclarecer o homicídio de Evilly Soares da Silva, cujo corpo foi localizado no último domingo (1º) em uma área rural do município de Ouro Branco, no Sertão alagoano. O foco principal das autoridades recai sobre uma hipótese chocante: a vítima teria sido executada devido a uma dívida de apenas R$ 200.

Segundo relatos coletados por veículos de imprensa locais, o companheiro da vítima, identificado como Fernando, confirmou a existência do débito. Em seu depoimento, ele lamentou a desproporção entre o valor — que classificou como irrisório — e a violência do desfecho, mencionando que havia a intenção de quitar o montante na segunda-feira seguinte.

A discrepância entre o valor da dívida e a gravidade do crime é um dos pontos que a Polícia Civil deve analisar detalhadamente. Em crimes de execução, valores baixos costumam ser apenas o estopim de uma tensão pré-existente ou uma forma de demonstração de força por parte de organizações criminosas.

Embora a motivação financeira seja a pista principal, as autoridades não descartam o envolvimento da vítima com redes de tráfico de entorpecentes na região. A investigação conduzida pela PCAL aponta para a possibilidade de que o débito estivesse atrelado à compra ou comercialização de substâncias ilícitas.

Especialistas em segurança pública apontam que, no contexto do tráfico em cidades de pequeno porte, o assassinato por valores baixos (os chamados "R$ 200 de mixaria") funciona como uma ferramenta de manutenção de autoridade. A execução serve de aviso para outros devedores, priorizando a reputação de "cobrador implacável" sobre o próprio lucro financeiro.

A delegacia responsável pelo caso segue realizando diligências para identificar os autores do crime e entender a dinâmica exata do ocorrido. O corpo de Evilly foi encaminhado para perícia no Instituto Médico Legal (IML), que deve fornecer subsídios técnicos fundamentais para o inquérito policial.

As anotações de Flávio Bolsonaro e o xeque-mate planejado para Alagoas

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Flávio Bolsonaro e JHC

O que antes era tratado apenas nos bastidores da política alagoana agora ganha contornos de diretriz partidária. Os manuscritos atribuídos a Flávio Bolsonaro confirmam que o grupo busca consolidar uma chapa de peso em Alagoas, envolvendo nomes de alta densidade eleitoral e buscando resolver impasses internos em curto prazo.

As anotações detalham uma composição que mistura prefeitura, congresso e governo:

JHC e o Governo do Estado: O prefeito de Maceió, JHC, aparece como a aposta para a disputa ao Palácio República dos Palmares. A observação “conversar até dia 15” sugere que o grupo estabeleceu um prazo limite para selar o compromisso e definir a desincompatibilização do cargo ou a manutenção da aliança.

O "Coringa" Arthur Lira: A menção ao presidente da Câmara, Arthur Lira, como possível vice em uma chapa majoritária — seguida de um ponto de interrogação — expõe a incerteza sobre o papel do parlamentar. Lira é peça-chave, mas sua posição na chapa ainda depende de negociações nacionais e locais.

Alfredo Gaspar e o Senado: O nome do deputado federal Alfredo Gaspar surge sublinhado para o Senado, indicando que sua candidatura é tratada como prioridade ou como um nome de consenso para enfrentar o grupo adversário.

Marina Cândia: A primeira-dama de Maceió também é projetada para o Senado, reforçando a estratégia de verticalizar a influência do grupo de JHC na chapa.

Anotações de Flávio Bolsonaro

A anotação de Flávio Bolsonaro não é apenas uma lista de desejos, mas um cronograma operacional. O "prazo do dia 15" indica que a direita busca antecipar definições para evitar o isolamento ou divisões internas que favoreçam o grupo ligado aos Calheiros e ao governo atual.

A presença de Alfredo Gaspar sublinhado demonstra que o campo bolsonarista busca um perfil que une o combate à corrupção com o suporte da segurança pública, nicho onde Gaspar tem forte interlocução. Já a interrogação sobre Arthur Lira reflete o pragmatismo do deputado, que equilibra sua influência em Brasília com as necessidades de sobrevivência política no estado.

As notas mostram que a estratégia para Alagoas está integrada a um plano nacional que envolve estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás. Alagoas, por ser o berço de rivais políticos históricos do bolsonarismo, é tratada como uma "vitrine de resistência" e expansão.



Contribuintes têm até esta sexta-feira para garantir 5% de redução na cota única do IPVA

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Foto: Agência Alagoas
A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-AL) alerta que termina nesta sexta-feira (27) o prazo para pagamento da cota única do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 com 5% de desconto. Esta é a última oportunidade para garantir a redução no valor do imposto.

O benefício é válido para proprietários que optarem pelo pagamento em parcela única dentro do prazo. A Secretaria orienta que os contribuintes evitem deixar a emissão para a última hora, prevenindo possíveis imprevistos no momento do pagamento do Documento de Arrecadação Estadual (DAR).

A guia deve ser emitida exclusivamente de forma digital, por meio do portal oficial (https://ipvaonline.sefaz.al.gov.br/), no qual também é possível consultar os dados do veículo e o cálculo do imposto com base no valor médio de mercado.

Além do IPVA Online, o documento pode ser gerado pelo aplicativo Alagoas Inteligente, ferramenta oficial do Governo de Alagoas disponível para dispositivos móveis.

Os participantes da campanha Nota Fiscal Cidadã podem utilizar créditos acumulados para abatimento no IPVA, desde que a solicitação tenha sido feita no sistema até dezembro de 2025.

Em caso de dúvidas, a assistente virtual Nise está disponível no site da Sefaz-AL e no Telegram (@nise_sefaz_al_bot) para atendimento rápido e prático.

Por Agência Alagoas

Pai é preso em flagrante por manter filho com deficiência em cárcere privado em Campo Grande

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Jovem de 20 anos vivia em condições degradantes. — Foto: PC/AL
Uma operação conjunta entre a 4ª Delegacia Regional (DRP) e o 61º Distrito Policial resultou na prisão em flagrante de um homem de 67 anos nesta quinta-feira (26), no município de Campo Grande, interior de Alagoas. O suspeito é acusado de manter o próprio filho, um jovem de 20 anos com deficiência mental, em condições subumanas de cárcere privado e abandono.

A intervenção policial ocorreu após uma denúncia anônima via Disque 181. Ao invadirem a residência, os agentes encontraram um cenário desolador:

  • Isolamento: A vítima estava trancada sozinha em um cômodo da casa.

  • Insalubridade: O ambiente era extremamente precário, sem higiene ou acesso a itens básicos de subsistência.

  • Abandono: No momento da chegada da polícia, não havia nenhum responsável no imóvel para prestar assistência ao jovem.

Durante a diligência, a mãe e a irmã da vítima apareceram no local e apontaram o pai como o responsável direto pela guarda e cuidados do rapaz. O idoso foi localizado pouco depois em visível estado de embriaguez. Segundo as investigações, ele teria trancado o filho para sair de casa.

O homem foi levado à Central de Polícia, onde foi autuado por três crimes principais:

  1. Cárcere privado;

  2. Abandono de incapaz;

  3. Violação da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para aprofundar o caso. O foco agora é entender o grau de conivência dos outros membros da família. Os investigadores querem apurar se a mãe e a irmã também foram omissas ou se tiveram participação direta na manutenção da situação degradante em que o jovem vivia.

Canais de Ajuda: A Polícia Civil reforça que denúncias de maus-tratos e crimes contra vulneráveis podem ser feitas de forma sigilosa pelo número 181.

Após viralizar em Maceió, cadeirante jogado de prédio é enterrado como indigente no Recife

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Cadeirante jogado de prédio é enterrado como indigente no Recife. Divulgação
A trajetória de Michael, o cadeirante alagoano que transformou suas limitações físicas em lições de empreendedorismo e palestras de motivação, teve um desfecho desolador nesta quinta-feira (26). Após passar quase duas semanas sem identificação oficial no Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife, o corpo do vendedor de doces foi sepultado como indigente no Cemitério Parque das Flores.

Michael foi morto na sexta-feira de Carnaval em circunstâncias brutais na Praia de Boa Viagem. De acordo com o inquérito policial, Michael trabalhava na orla quando foi convidado por um homem a subir até seu apartamento.

No imóvel, o anfitrião teria sofrido um surto psicótico, agredido uma acompanhante e, em seguida, arremessado Michael do quarto andar. Logo após o ato, o agressor também caiu da varanda e não sobreviveu. A morte de Michael gerou comoção imediata entre frequentadores da praia e seguidores, mas a falta de documentos oficiais travou o processo de liberação do corpo.

Natural de Alagoas, Michael sofria de má-formação congênita nos membros superiores e inferiores, mas recusava o papel de vítima. Ele se tornou viral em Maceió através de vídeos que mostravam sua rotina vendendo doces em uma cadeira de rodas elétrica — equipamento que ele mesmo mantinha com o suor de seu trabalho.

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