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Operação de inteligência em Maragogi resulta na captura de foragida por homicídio e prisão por tráfico

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Mulher com mandado por homicídio qualificado é presa em Maragogi; homem também é detido

Em uma operação estratégica realizada neste sábado (11), a Polícia Militar de Alagoas (PMAL) conseguiu retirar de circulação uma foragida da Justiça e um suspeito de tráfico no município de Maragogi. A ação foi fruto de um trabalho minucioso de inteligência que uniu a Diretoria de Inteligência da corporação (DINT) e a agência local da 8ª Companhia Independente. 

O principal alvo da diligência era Uiara de Barros Calho, que possuía um mandado de prisão por homicídio qualificado em aberto desde o dia 29 de janeiro de 2026, expedido pela Vara de Único Ofício da cidade. Ela foi detida sem oferecer resistência por equipes do 6º Batalhão após ser localizada em um monitoramento preciso.

Além da acusação de homicídio, as autoridades investigam a participação de Uiara em redes de narcotráfico que operam entre Maragogi e a cidade vizinha de São José da Coroa Grande, em Pernambuco. Durante o desdobramento da mesma ofensiva policial, Eduardo Ferreira da Silva também foi preso em flagrante.

Com ele, os militares apreenderam porções de maconha embaladas para venda e R$ 40 em espécie. Ambos os detidos foram levados para a delegacia, onde os procedimentos legais foram realizados, e agora seguem sob custódia do Judiciário. Segundo a PM, o êxito da missão ratifica a eficácia do setor de inteligência no enfrentamento ao crime organizado e na captura de indivíduos perigosos no Litoral Norte.

Acidente entre moto e ônibus deixa dois feridos em cruzamento no bairro da Gruta

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Foto: Reprodução/Guarda Municipal de Maceió
Uma colisão entre uma motocicleta e um ônibus mobilizou equipes de resgate na manhã desta segunda-feira, 13, no bairro da Gruta, situado na parte alta de Maceió. Segundo dados fornecidos pela Guarda Civil Municipal, o sinistro ocorreu precisamente na intersecção das ruas Artur Vital da Silva e Santa Rita, área que precisou ser isolada para garantir a segurança durante o atendimento inicial. 

O impacto foi tão severo que a moto ficou presa sob a estrutura do coletivo, resultando ainda na quebra do para-brisa do ônibus.

As duas pessoas que ocupavam a motocicleta ficaram feridas e receberam os primeiros socorros do Corpo de Bombeiros de Alagoas, sendo transportadas em seguida para uma unidade hospitalar da região. 

Apesar da remoção para atendimento médico especializado, ainda não foram divulgados boletins oficiais detalhando o estado de saúde ou a gravidade das lesões das vítimas.

Polícia investiga execução de dois homens durante confraternização em fazenda de Marechal Deodoro

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Cortesia

A Polícia Civil deu início às investigações sobre o assassinato de dois homens, ocorrido neste domingo (12), na zona rural de Marechal Deodoro, especificamente na Fazenda Santa Helena. Sob o comando da delegada Rosimeira Vieira, o inquérito busca identificar os autores dos disparos, que fugiram sem deixar rastros e ainda não foram localizados. 

Segundo a delegada, os indícios apontam que as vítimas foram pegas de surpresa enquanto participavam de uma confraternização, sendo impossibilitadas de esboçar qualquer reação de defesa diante da chegada repentina dos criminosos.

No local do crime, os corpos foram encontrados em pontos distintos: um estava sentado em uma cadeira, enquanto o outro foi achado perto de uma árvore, ambos próximos a uma churrasqueira que estava sendo utilizada no momento. 

De acordo com Rosimeira Vieira, as etapas iniciais do trabalho policial incluem a análise de imagens de câmeras de segurança e o depoimento de parentes e testemunhas para traçar o perfil das vítimas, entender o que faziam na propriedade e qual a motivação do ataque. A polícia reforça que a população pode colaborar de forma gratuita e sob total anonimato por meio do Disque Denúncia, no número 181.

Júri absolve, pela 2ª vez, mulher acusada de mandar matar a irmã em Maceió

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| Foto: MPE AL 

O Tribunal do Júri da 7ª Vara Criminal da Capital confirmou, na última quinta-feira (9), a absolvição de Luciana Lins Pinheiro, acusada de ser a mandante do assassinato da própria irmã, Quitéria Maria Lins Pinheiro. Pela segunda vez, o Conselho de Sentença decidiu pela inocência da ré ao reconhecer que ela não teve participação no homicídio, garantindo a manutenção de sua liberdade logo após a leitura do veredito. 

O caso remonta ao dia 12 de agosto de 2012, quando a vítima, de 54 anos, foi executada com cinco tiros dentro de sua casa, no bairro Gruta de Lourdes, em Maceió.

De acordo com as investigações que embasaram o processo, o crime teria sido um "homicídio mercenário", planejado e executado por terceiros contratados para o serviço. A tese do Ministério Público defendia que Luciana teria encomendado a morte da irmã devido a uma disputa financeira relacionada a uma dívida de R$ 5 mil entre ambas. 

No entanto, os jurados rejeitaram a alegação de autoria intelectual, encerrando o julgamento com a decisão favorável à acusada.

Esquema criminoso no 4º BPM: MPAL detalha uso da estrutura pública para tráfico e extorsão

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Imagens de câmeras de segurança fazem parte do relatório

Uma investigação do setor de inteligência do Ministério Público de Alagoas (MPAL) trouxe à tona detalhes alarmantes sobre como um grupo de policiais militares do 4º Batalhão, alvos de uma operação nesta quinta-feira (9), desvirtuava o uso da estrutura estatal para manter um esquema criminoso na capital e em cidades vizinhas, como Barra de São Miguel e Coqueiro Seco. 

Segundo o órgão, os agentes aproveitavam a autoridade do cargo e o fardamento para realizar abordagens simuladas, envolvendo-se em práticas de extorsão, tráfico de drogas e abuso de poder, além de efetuarem apreensões clandestinas que jamais eram reportadas ao sistema oficial da Polícia Militar.

A rede criminosa era composta por oficiais e praças que agiam de forma organizada, incluindo o Tenente Luppio Rafael Cardeal Tenório, os cabos Adeildo Rodrigues Lisboa Neto e Jair Jessé Santos de Melo, e os soldados Erick Henrique Eudocia Peixoto Coppini e Fagner de Jesus Andrade. 

As atividades do grupo começaram a ser desmanteladas após uma ocorrência atípica em 22 de setembro de 2025, no laboratório Histocon, localizado no bairro do Farol, em Maceió. Na ocasião, câmeras de monitoramento e análises técnicas flagraram uma guarnição da Força Tática do 4º BPM realizando uma intervenção acompanhada por civis.

As imagens foram determinantes para comprovar as irregularidades, registrando o transporte suspeito de caixas e sacolas — que supostamente continham entorpecentes — entre diferentes veículos e locais, tudo sem qualquer registro legal. A prova final da conduta criminosa surgiu quando os próprios policiais tentaram coagir a vítima a apagar as gravações de segurança, em uma tentativa clara de destruir as evidências da ação ilegal.

Foragido por estupro de vulnerável na Paraíba é capturado em operação policial no Centro de Maceió

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Momento da prisão | Foto: Ascom PC

Uma operação integrada entre as polícias civis de Alagoas e da Paraíba resultou na captura de um foragido pelo crime de estupro de vulnerável, na tarde desta quinta-feira (9). O homem, que cometera o crime em Campina Grande (PB) e vivia em situação de rua em Maceió, foi localizado e detido no Centro da capital alagoana.

A ação foi coordenada pelo delegado Paulo Cerqueira e pela delegada adjunta Renata Clark, da 10ª Delegacia Regional de Novo Lino, em parceria com a delegada Renata Dias Aureliano, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Campina Grande. A equipe da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) também deu suporte à diligência.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes para os procedimentos legais e agora permanece sob custódia, à disposição da Justiça.

Além do Desmentido: O que a "falsa reunião" em Brasília revela sobre o medo dos Calheiro

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Renan Calheiros

A recente polêmica em torno da suposta — e desmentida — agenda de JHC (PL) com os senadores Renan Calheiros e Renan Filho em Brasília não é apenas um "erro de apuração" ou um ruído de comunicação. Analisando o tabuleiro político de Alagoas sob uma lente mais crítica, o episódio revela o tamanho do incômodo que o nome do ex-prefeito causa à estrutura de poder do clã Calheiros.

A tentativa de emplacar a versão de um encontro entre adversários históricos possui um peso estratégico evidente. No atual cenário, o isolamento político é a maior ameaça a JHC, enquanto a ideia de uma "composição" com o MDB poderia servir para minar a confiança de sua base mais conservadora e antipetista/anticalheirista.

A rapidez com que aliados de JHC correram para publicar fotos em Maceió — transformando o celular em instrumento de prova de álibi — demonstra que o grupo do ex-prefeito entende que qualquer boato de aproximação com os Calheiros é, hoje, um "abraço mortal de sucuri" que ele não pode se permitir.

A liderança de JHC nas pesquisas para o Governo e para o Senado criou um dilema matemático e geográfico para o MDB. Se JHC decidir pelo Palácio República dos Palmares, ele interrompe o projeto de sucessão e continuidade do grupo palaciano. Se optar pelo Senado, ele coloca em xeque a cadeira de Renan Calheiros, cuja reeleição em 2026 é tratada como prioridade absoluta para a manutenção da influência da família no cenário nacional.

Para os Calheiros, JHC não é apenas um adversário; ele é o primeiro nome em décadas com potencial real de desequilibrar as duas frentes de poder simultaneamente.

O que o noticiário de Lauro Jardim e a subsequente "guerra de fotos" expõem é que Alagoas vive um estado de tensão pré-eleitoral permanente. JHC tornou-se um "caos itinerante" para o clã Calheiros porque ele subverte a lógica da alternância controlada de poder.

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