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| Solenidade realizada no Palácio do Planalto |
Dentro do rol de propostas apresentadas, consta um projeto de lei complementar focado no perdão integral dos débitos mantidos pelos MEIs junto à União, montante que alcança a marca de R$ 12,6 bilhões. Em paralelo, por meio da iniciativa "Desenrola 3.0", a gestão federal pretende adquirir as pendências financeiras dos trabalhadores autônomos acumuladas nas instituições bancárias, disponibilizando abatimentos superiores a 90% para a liquidação dos saldos. Outro destaque do programa é o "Pix MEI", mecanismo de fomento concebido para aportar até R$ 5 mil diretamente no caixa de cada microempreendedor para fins de investimento produtivo.
O pacote inclui ainda o reforço na articulação com o Congresso Nacional para acelerar a aprovação da proposta de elevação gradual do limite de faturamento da categoria. O texto sob análise dos parlamentares estabelece a ampliação do teto atual, de R$ 81 mil, para R$ 110 mil até 2027 e R$ 140 mil a partir de 2028. Por fim, a publicação de um decreto dispensará os MEIs do fornecimento obrigatório de nota fiscal nas transações de mercadorias e prestação de serviços efetuadas para pessoas físicas, desobrigando igualmente os nanoempreendedores — figura jurídica introduzida pela reforma tributária — da formalização de CNPJ e da emissão desse mesmo documento fiscal.






