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| Senador e pré-candidato ao Governo de Alagoas, Renan Filho | Foto: Sandro Lima |
Na corrida rumo ao governo de Alagoas em 2026, o senador Renan Filho garantiu um reforço de peso ao fechar uma aliança com o Republicanos. A negociação foi selada diretamente com o deputado estadual Antônio Albuquerque, principal liderança da sigla em território alagoano. Com essa nova adesão, a coligação de Renan expande sua força e passa a englobar dez legendas, unindo MDB, PSD, PSB, PT, PV, PCdoB, Solidariedade, Avante, Podemos e, agora, o Republicanos.
A importância dessa parceria se reflete na relevância nacional do Republicanos, que faz parte do grande bloco partidário composto por União Brasil, PSD, PP, MDB, Podemos e a Federação PSDB-Cidadania. No cenário federal, a sigla ostenta a sexta maior bancada da Câmara dos Deputados, contando com 42 parlamentares. Em Alagoas, o partido possui forte inserção nas cidades do interior e expressiva interlocução com o eleitorado conservador, o que promete expandir o alcance geográfico da pré-campanha de Renan Filho, além de inflar seu tempo de propaganda nas emissoras de rádio e TV.
A oficialização do acordo aguarda apenas um alinhamento interno entre Albuquerque e Davi Davino Filho, que se apresenta como o nome do partido para concorrer ao Senado. Tudo indica que Davi seguirá com suas pretensões eleitorais, participando do pleito como candidato avulso na coligação encabeçada pelo MDB, adotando uma estratégia parecida com a que está sendo moldada para outros parceiros políticos, a exemplo de Marcos Omena, do Avante.
O avanço das tratativas já havia sido sinalizado pelo próprio Renan Filho nesta quinta-feira (11/06), em um evento na Uncisal. Na ocasião, o senador ressaltou que o Republicanos tem muito a contribuir para o progresso alagoano e elogiou a expansão da legenda sob a tutela de Antônio Albuquerque, destacando que a capilaridade da sigla nas prefeituras do interior fortalece o canal de comunicação com a população. Ao agregar essa nova força, Renan Filho estabelece a maior frente partidária da atual disputa sucessória estadual, restando agora o desafio de coordenar as demandas internas para a composição das duas vagas na disputa pelo Senado.






