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Antônio Albuquerque quebra silêncio na ALE e rebate acusações de proteção a foragido em Coité do Noia

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Antônio Albuquerque e Advogada Júlia Nunes | Foto: reprodução
O deputado estadual Antônio Albuquerque (Republicanos) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), nesta terça-feira (28), para se manifestar oficialmente sobre as graves denúncias de que estaria protegendo um acusado de estupro. O parlamentar negou qualquer envolvimento com o caso e criticou duramente a repercussão gerada nas redes sociais, classificando o episódio como uma tentativa de desgaste político.

O embate ganhou força após declarações da advogada Júlia Nunes, que afirmou publicamente possuir informações de que o suspeito — identificado como "Vitinho" — estaria escondido em uma propriedade pertencente a um político de renome no estado. Segundo Nunes, os dados foram obtidos por uma "fonte segura" e já foram compartilhados com os órgãos de investigação.

O acusado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e é considerado foragido desde março de 2025. O crime, ocorrido em Coité do Noia, gerou forte comoção e cobranças por agilidade das forças de segurança.

Durante sua fala no plenário, Antônio Albuquerque demonstrou indignação com o que chamou de "insinuações sem comprovação". O deputado criticou a estratégia de não citar nomes diretamente, o que, em sua visão, acaba atingindo a honra de vários parlamentares por meio de especulações generalizadas na internet.

"Estão utilizando uma situação grave para fazer política e atacar a reputação de membros desta Casa", pontuou o parlamentar. Albuquerque reiterou que é favorável à aplicação rigorosa da lei para crimes de violência sexual e que não possui qualquer vínculo com o esconderijo do investigado.

Apesar do acalorado debate político na capital, o foco das autoridades permanece na localização de Vitinho. A Polícia Civil e a Polícia Militar seguem com diligências na região de Coité do Noia e em propriedades vizinhas.

O Ministério Público acompanha o caso e monitora se houve, de fato, auxílio de terceiros para a fuga do suspeito. Caso as denúncias de proteção sejam comprovadas, os envolvidos podem responder pelo crime de favorecimento pessoal.


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Educação sob suspeita: MPAL intervém em União dos Palmares para barrar edital "inventado" pela Prefeitura

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Secretaria de Educação de União dos Palmares | Foto: Google Street View
O Ministério Público do Estado de Alagoas recomendou a suspensão imediata do Edital nº 001/2026 da Secretaria Municipal de Educação de União dos Palmares após identificar indícios de ilegalidade no processo de escolha de diretores escolares.

A recomendação, publicada nesta terça-feira (28), integra um procedimento administrativo aberto para apurar possíveis irregularidades no edital.

Segundo o MP, o município teria ultrapassado os limites legais ao criar exigências que não estão previstas na legislação municipal, como certificação obrigatória, provas, análise de títulos e filtros técnicos prévios para validar candidaturas.

Documento do MPAL
Para a promotoria, essas regras alteram, na prática, o modelo definido em lei, que prevê eleição direta com participação da comunidade escolar. A inclusão de etapas eliminatórias é vista como um possível mecanismo de restrição de candidatos e de interferência no caráter democrático do processo.

O documento também levanta preocupação com a igualdade entre os concorrentes, apontando possíveis dificuldades de acesso a informações essenciais, o que pode favorecer determinados grupos dentro da disputa.

Documento do MPAL

Diante do cenário, o MP determinou que a Prefeitura suspenda imediatamente o edital ou promova sua adequação, eliminando exigências consideradas ilegais e garantindo o cumprimento da legislação.

A recomendação é direta: caso não seja cumprida, o caso pode ser levado à Justiça, com pedido de anulação do processo e responsabilização dos agentes públicos envolvidos.

A investigação segue em andamento e pode ter desdobramentos judiciais nos próximos dias.


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Perfil pró-Renan usa Deepfake para forjar confissões de JHC e vira alvo da Justiça

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Perfil que utilizou deepke
O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) determinou, em caráter liminar neste domingo (26), a exclusão imediata de um vídeo manipulado por inteligência artificial que simulava a voz e a imagem do prefeito de Maceió e pré-candidato ao governo, JHC (PL). A decisão atende a uma representação da Federação PSDB/Cidadania e estabelece um prazo de 24 horas para que a Meta Platforms retire o conteúdo do ar, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

O conteúdo em questão foi veiculado pelo perfil "@juventudecomrenanfilho" no Instagram. De acordo com os autos, o material utilizou a tecnologia conhecida como deepfake para forjar declarações de JHC e do ex-deputado João Caldas. No vídeo, as vozes criadas artificialmente simulavam uma confissão de crimes contra a administração pública, especificamente relacionados a supostos desvios de recursos no Instituto de Previdência de Maceió (IPREV).

O desembargador Antonio José de Carvalho Araújo, relator do processo, enfatizou que o vídeo não continha qualquer sinalização ou aviso de que se tratava de um conteúdo gerado por computador. Essa omissão viola diretamente as normas estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o pleito de 2026, que exigem transparência total no uso de tecnologias de IA em materiais políticos.

Em sua fundamentação, o magistrado destacou que o uso de ferramentas digitais para criar fatos sabidamente falsos e prejudicar a honra de pré-candidatos extrapola os direitos de livre manifestação do pensamento. Segundo o desembargador, a manipulação tecnológica, quando empregada para confundir o eleitorado e desequilibrar a disputa, deve ser combatida com rigor pela Justiça Eleitoral.

A decisão reforça o entendimento de que a inteligência artificial, embora permitida para fins de edição, não pode ser usada para fabricar realidades paralelas ou imputar crimes a adversários políticos sem qualquer base factual.

A Meta Platforms, responsável pelo Instagram, foi notificada para proceder com a remoção. O caso marca um dos primeiros embates judiciais de grande repercussão em Alagoas envolvendo o uso ilícito de IA nas eleições de 2026. A Polícia Federal e o Ministério Público Eleitoral devem acompanhar o desdobramento para identificar os responsáveis pela criação e financiamento da conta que disseminou o conteúdo.


📢 Fique atento ao que é real. A inteligência artificial está sendo usada para criar mentiras convincentes. Antes de compartilhar, verifique a fonte. Saiba como identificar deepfakes no Portal Tabu: 🌐 www.portaltabu.com.br

Vereador vira réu por liderar esquema milionário de "rachadinha"

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Câmara de Vereadores de Maceió
A Justiça Eleitoral recebeu denúncia do Ministério Público de Alagoas (MPAL) contra 16 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa supostamente liderada por um vereador da capital. O grupo é investigado por operar um esquema estruturado que envolvia a prática de "rachadinha", lavagem de dinheiro, falsidade ideológica eleitoral e desvio de verbas de campanha entre os anos de 2018 e 2025.

De acordo com o Ministério Público, a organização atuava de forma contínua, utilizando cargos comissionados para alimentar o sistema ilícito. A investigação, conduzida pela Polícia Federal, revelou que o grupo utilizava "contas de passagem" e realizava saques vultosos em espécie para dificultar o rastreio do dinheiro público.

As provas reunidas incluem a quebra de sigilos bancários, análises financeiras detalhadas, além de áudios, mensagens de texto e documentos apreendidos durante as fases ostensivas da operação. O montante movimentado pelo esquema ultrapassa a cifra de R$ 2,8 milhões, recursos que teriam sido usados para quitar despesas pessoais dos envolvidos e custear gastos eleitorais não declarados à Justiça.

A denúncia detalha que, além da apropriação de parte dos salários de assessores, os réus praticavam a ocultação de patrimônio e a falsidade ideológica no âmbito eleitoral. O esquema visava manter a estrutura política do grupo através de financiamento irregular, ferindo a transparência e a lisura dos processos de votação no município.

Com o recebimento da denúncia pelo Poder Judiciário, todos os 16 investigados passaram formalmente à condição de réus. O processo agora entra na fase de instrução e julgamento, onde serão ouvidas testemunhas e apresentadas as provas de defesa e acusação.

Até o momento, a defesa do vereador apontado como líder do grupo não emitiu nota oficial sobre o teor da denúncia, mas o espaço permanece aberto para manifestações. O processo segue o rito legal sob a jurisdição da Justiça Eleitoral, garantindo aos réus o direito ao contraditório e à ampla defesa.

A decisão de tornar os investigados réus é vista como um passo importante no combate à corrupção no legislativo municipal. Caso sejam condenados, os envolvidos podem enfrentar penas de reclusão, perda de mandato eletivo e inelegibilidade, além da obrigação de ressarcir os valores desviados aos cofres públicos.


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Policiamento estratégico: Foragido por homicídio qualificado é preso pelo 8º BPM em Rio Largo

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Foragido por homicídio qualificado é preso pelo 8º BPM em Rio Largo
Durante uma operação de saturação na madrugada deste domingo (26), a Polícia Militar de Alagoas capturou um homem que estava foragido da Justiça pelo crime de homicídio qualificado. A prisão ocorreu por volta das 00h15, na região central do município, durante patrulhamento ostensivo realizado por equipes do 8º Batalhão.

A ação foi coordenada por equipes da Supervisão e da viatura Rio Largo 1. Os militares avistaram o indivíduo em atitude suspeita e decidiram realizar a abordagem. Ao consultarem os sistemas de segurança pública, os policiais identificaram a existência de um mandado de prisão preventiva em aberto, expedido pelo Poder Judiciário.

A ordem judicial é referente a um crime de homicídio com qualificadoras, o que indica maior gravidade na conduta imputada ao suspeito. O homem não ofereceu resistência no momento da voz de prisão.

Após a detenção, o indivíduo foi encaminhado à Central de Flagrantes, em Maceió, onde o cumprimento do mandado foi formalizado pela Polícia Civil. Ele agora permanece à disposição da Justiça para responder ao processo criminal.

Para o comando do 8º BPM, a prisão reforça a eficácia das abordagens preventivas e da presença estratégica da PM nas ruas. A unidade destacou que o policiamento continuará intensificado nos municípios sob sua jurisdição para combater a criminalidade e garantir a tranquilidade dos moradores.


📢 Segurança em foco. A colaboração da população é fundamental. Denuncie atividades suspeitas pelo 181. Saiba mais sobre as operações policiais em Rio Largo e região no Portal Tabu: 🌐 www.portaltabu.com.br

Reaproximação entre Arthur Lira e JHC ganha força e pode isolar grupo governista

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Arthur Lira e JHC
Os bastidores da política em Alagoas entraram em ebulição com o avanço das tratativas para uma nova aliança entre o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), e o prefeito de Maceió, JHC (PL). A articulação, tratada com cautela por interlocutores, é vista como um movimento sísmico capaz de redesenhar completamente o mapa eleitoral para a disputa ao Governo do Estado em 2026.

A estratégia central dessa união reside na soma de potências: enquanto JHC detém uma popularidade consolidada na capital e um forte apelo digital, Arthur Lira controla um robusto bloco de prefeituras no interior de Alagoas. Caso o martelo seja batido, o prefeito de Maceió ganharia a capilaridade necessária para furar a bolha da região metropolitana e avançar sobre redutos que hoje orbitam a base aliada do governo estadual.

Levantamentos internos realizados por ambas as partes indicam que o apoio de Lira pode ser o diferencial para encurtar a distância de JHC rumo ao Palácio República dos Palmares. A estrutura partidária e o volume de lideranças municipais trazidos pelo Progressistas (PP) são vistos como o "combustível" que faltava para sustentar uma candidatura de oposição competitiva.

Apesar do otimismo entre aliados, a formalização do acordo enfrenta um entrave técnico e político sensível: a composição das vagas para o Senado Federal. Como 2026 terá duas cadeiras em disputa, o desenho do tabuleiro exige um equilíbrio delicado entre as pretensões dos partidos envolvidos.

Redesenhar esse espaço é fundamental para evitar rupturas internas, uma vez que o grupo já conta com outros nomes de peso que almejam a câmara alta. O anúncio oficial da reaproximação estaria, portanto, condicionado à resolução desse impasse, garantindo que todos os aliados se sintam contemplados na chapa majoritária.

O movimento é monitorado de perto pelo grupo liderado pelo MDB. Uma eventual aliança Lira-JHC força o governo estadual a recalcular suas próprias alianças, especialmente na tentativa de manter prefeitos do interior em sua base. A união dos dois maiores expoentes da oposição em Alagoas sinaliza que a sucessão de Paulo Dantas será marcada por uma polarização intensa entre a força da máquina estadual e a estrutura federal/municipal da nova coalizão.

Acompanhe os bastidores da política alagoana em tempo real. Análises exclusivas sobre as movimentações de Lira, JHC e os Calheiros você encontra no Portal Tabu: 🌐 www.portaltabu.com.br

Suspeito se masturba em público, filma mulher e é preso no Tabuleiro do Martins

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Polícia Civil

Um indivíduo foi detido em flagrante pela Polícia Militar, neste domingo (26), sob a acusação de importunação sexual no Conjunto Osman Loureiro, localizado no bairro Tabuleiro do Martins, na parte alta da capital. O suspeito foi localizado pelas autoridades no momento em que era alvo de agressões por parte de pessoas que presenciaram o ato ilícito em via pública.

De acordo com o relatório da Polícia Militar, uma equipe da guarnição motorizada Solo 03, pertencente ao 4º Batalhão, realizava rondas de rotina na região quando avistou um tumulto. Ao se aproximarem, os policiais constataram que um grupo de populares cercava e agredia um homem, que teria sido flagrado cometendo atos obscenos.

No local, os relatos são de que o suspeito estava se masturbando publicamente. Além disso, testemunhas afirmaram que ele utilizava um telefone celular para realizar filmagens de uma mulher sem qualquer autorização, o que motivou a revolta das pessoas que passavam pelo local.

Devido aos ferimentos sofridos durante a contenção popular, os militares conduziram o homem inicialmente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Tabuleiro para receber cuidados médicos. Após a liberação da equipe de saúde, o suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes.

Na delegacia, o aparelho celular utilizado pelo indivíduo foi apresentado como prova. O homem permanece à disposição da Justiça e deve responder pelo crime de importunação sexual, conforme previsto na legislação penal brasileira vigente. A vítima e as testemunhas também compareceram à unidade policial para prestar depoimento e formalizar o registro da ocorrência.

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