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Suspeitos de roubo caem em rio durante fuga; um morre e dois são presos em União dos Palmares

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Um morre e dois são presos após assaltantes caírem em rio durante fuga em União dos Palmares

Uma perseguição policial registrada no início da noite deste domingo (9) terminou com um suspeito morto e outros dois presos na Zona da Mata de Alagoas. O grupo é apontado como responsável por um assalto a uma casa lotérica no município de Santana do Mundaú e acabou caindo em um rio durante a fuga, já na cidade de União dos Palmares.

De acordo com as primeiras informações, os três homens teriam invadido o estabelecimento e praticado o roubo. Após a ação, eles deixaram o local rapidamente, o que levou forças de segurança a iniciarem buscas na região para localizar os suspeitos.

Durante a tentativa de escapar, o trio seguiu em direção a União dos Palmares. Ao chegar nas proximidades da Rua da Ponte, os suspeitos acabaram caindo em um rio. Ainda não há confirmação sobre o que provocou a queda, e as autoridades investigam se o veículo utilizado na fuga perdeu o controle.

Um dos suspeitos não resistiu e morreu ainda no local. O corpo foi encontrado dentro do rio e deverá passar pelos procedimentos periciais previstos.

Dois suspeitos foram capturados

Os outros dois envolvidos conseguiram sair da água, mas foram encontrados pouco tempo depois por equipes policiais que participavam da ocorrência. Eles foram detidos e encaminhados para a delegacia para a realização dos procedimentos legais.

A dupla deverá responder inicialmente pelo crime de roubo, podendo ainda ser responsabilizada por outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

A Polícia Civil ficará responsável por apurar todos os detalhes do caso, incluindo como ocorreu a fuga e as circunstâncias da morte de um dos suspeitos. Também será investigado se outras pessoas tiveram participação no assalto ou prestaram apoio ao grupo.

As autoridades informaram que novas atualizações sobre o caso poderão ser divulgadas nas próximas horas.

Incêndio em barraca assusta moradores e turistas na orla da Ponta Verde

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Incêndio em barraca assusta moradores e turistas na orla da Ponta Verde

Um incêndio de grandes proporções destruiu uma barraca de comércio ambulante na tarde deste sábado (7), em um dos trechos mais movimentados da orla de Ponta Verde, em Maceió. Apesar da intensidade das chamas e da proximidade com outros estabelecimentos, o fogo foi contido a tempo de evitar uma tragédia maior, e ninguém ficou ferido no incidente.

O fogo teve início de forma repentina em uma estrutura situada no calçadão. Testemunhas que aproveitavam o dia de sol relataram que as chamas se propagaram com rapidez, gerando uma densa fumaça escura que podia ser vista de diversos pontos da orla. O episódio causou correria e momentos de apreensão entre banhistas, turistas e pessoas que praticavam atividades físicas na região.

De acordo com informações colhidas no local, comerciantes vizinhos e populares utilizaram extintores e baldes de água para tentar conter o avanço do fogo até a chegada do socorro. A ação rápida foi determinante para que o incêndio não se alastrasse para coqueiros próximos ou para as barracas fixas de praia.

O proprietário do equipamento ambulante acompanhou o trabalho de rescaldo e, embora abalado, confirmou que os danos foram estritamente materiais, envolvendo a perda da estrutura, mercadorias e utensílios de trabalho.

As causas reais do incidente ainda não foram oficialmente esclarecidas. 

O trânsito na Avenida Silvio Carlos Viana chegou a apresentar lentidão devido à curiosidade dos motoristas, mas o fluxo foi normalizado logo após o controle total do foco. O caso serve de alerta para a importância da manutenção preventiva em equipamentos de comércio temporário, especialmente em áreas de grande circulação de pessoas.

A Secretaria Municipal de Segurança Cidadã deve monitorar a área para garantir a ordem no local e prestar o suporte necessário ao trabalhador afetado.

Homem é preso em Passo de Camaragibe após tentativa de hom1cídio e ataque à casa de prefeito

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Imagens | Reprodução
Um homem foi detido pela Polícia Militar na última sexta-feira (6), em Passo de Camaragibe, no Litoral Norte de Alagoas, sob a acusação de tentativa de homicídio e vandalismo. O suspeito teria espancado uma vítima na noite anterior e, após o crime, danificado o portão da residência do prefeito do município, gerando pânico na região.

De acordo com os relatórios da Polícia Militar, a confusão teve início na noite de quinta-feira, quando o suspeito agrediu violentamente um homem. Em resposta ao ataque, pessoas próximas à vítima localizaram o agressor e o espancaram em um ato de retaliação.

Ferido, o suspeito buscou socorro médico em uma unidade de saúde local. Contudo, após receber os primeiros atendimentos, ele deixou o hospital e se dirigiu à casa do gestor municipal. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o homem se aproximou do imóvel e passou a desferir golpes contra o portão, causando danos materiais.

A vítima das agressões iniciais foi levada ao hospital por parentes. Segundo o boletim médico, o quadro de saúde é delicado, com a possibilidade de intervenção cirúrgica imediata. Devido à gravidade das lesões, há uma previsão de transferência para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, para acompanhamento especializado.

Após o ataque à residência do prefeito, o suspeito fugiu, mas foi localizado pelas autoridades no Hospital Regional do Norte (HRN), em Porto Calvo, onde tentava obter novo atendimento para os ferimentos causados pelo espancamento sofrido na retaliação.

A Polícia Militar informou que o caso ainda possui desdobramentos. As equipes realizam buscas para identificar e localizar os indivíduos que participaram do espancamento contra o suspeito.

Segurança Pública reforça combate à poluição sonora em Rio Largo e Satuba

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Ascom PMAL
A ação integra o cronograma técnico do Comando de Policiamento da Região Metropolitana (CPRM) e faz parte do programa estadual "Na Base do Sossego", gerido pela Secretaria de Segurança Pública (SSP/AL). O objetivo central foi atuar em locais que registram os maiores índices de chamados via 190, focando tanto na prevenção quanto na repressão qualificada.

Durante as incursões, os militares realizaram visitas preventivas a endereços com histórico de reincidência. Em pontos considerados críticos, a polícia aplicou medidas rigorosas para interromper fontes de barulho que descumpriam os limites permitidos por lei.

Um dos diferenciais deste planejamento operacional foi o olhar direcionado a grupos vulneráveis. As equipes priorizaram ocorrências em que o excesso de ruído estava prejudicando diretamente:

  • Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA): sensíveis a estímulos sonoros intensos;

  • Idosos e enfermos: que necessitam de repouso para a manutenção da saúde;

  • Vítimas de conflitos: situações onde o barulho excessivo é utilizado como ferramenta de ameaça ou decorre de brigas domésticas.

De acordo com a Polícia Militar, a presença ostensiva visa reduzir a criminalidade secundária, já que a perturbação do sossego frequentemente escala para confrontos físicos e até crimes mais graves. A corporação reforça que o uso abusivo de aparelhos de som e descargas de veículos pode resultar na apreensão do equipamento e no encaminhamento dos responsáveis à delegacia para a lavratura de Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs).

A operação "Na Base do Sossego" deve seguir com novas etapas ao longo do fim de semana, monitorando as manchas criminais e o volume de queixas da população local para garantir a tranquilidade pública.

Jovem é apreendido com maconha dentro de Escola de União dos Palmares

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Material apreendido | Reprodução

Uma ocorrência atípica mobilizou o 2º Batalhão da Polícia Militar na tarde desta quinta-feira (5), em União dos Palmares, no interior do estado de Alagoas. O caso, que começou com uma denúncia de tráfico no bairro Taquari, terminou com uma mãe colaborando ativamente com as autoridades para localizar o filho dentro de uma escola.

Por volta das 16h, a equipe do PELOPES (Pelotão de Operações Policiais Especiais) seguiu uma pista do setor de inteligência sobre a comercialização de entorpecentes em uma residência próxima à rodovia AL-205.

Ao identificar o material ilícito, a mãe indicou que os objetos pertenciam ao seu filho mais velho, que estava no horário de aula. Em uma decisão colaborativa, ela acompanhou a guarnição até a unidade escolar.

Durante a abordagem na escola, os policiais encontraram mais uma porção de maconha escondida no bolso do suspeito. O jovem e sua mãe foram levados ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) da cidade. O suspeito foi apresentado às autoridades competentes para o registro do flagrante e os procedimentos legais necessários.

O "Freio de Arrumação" de Dino: Ministro suspende quebra de sigilo do filho de Lula

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Flávio Dino

A política em Brasília não perdoa coincidências, e a mais recente decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), é o combustível perfeito para as teorias de bastidor. Ao suspender as quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e de outros 86 alvos da CPMI do INSS, Dino não apenas travou uma investigação; ele levantou um muro jurídico que separa a sanha política do devido processo legal.

Mas a pergunta que ecoa nos corredores do Congresso é inevitável: estamos diante de uma garantia constitucional ou de uma blindagem política sob medida?

O cerne da decisão de Dino ataca o método. A CPMI, sob as bençãos de Davi Alcolumbre, tentou um atalho perigoso: aprovar 87 requerimentos de uma só vez, no chamado voto "em globo". Para o ministro, a quebra de sigilo — uma das medidas mais invasivas que o Estado pode impor a um cidadão — não é item de prateleira em liquidação.

Dino argumenta que, se um juiz precisa escrever páginas justificando por que vai invadir a privacidade de alguém, uma comissão de parlamentares não pode fazê-lo por "W.O." comunicativo. Ao determinar o sobrestamento dos dados, o STF impõe que a CPMI refaça o dever de casa. Agora, cada nome terá que ser debatido, justificado e votado individualmente.

Lulinha

É impossível desassociar a figura de Flávio Dino de sua trajetória recente como braço direito do presidente Lula. Para a oposição, a liminar é lida como um "favor de família", uma interferência do Judiciário para estancar o sangue de um governo acuado por denúncias no INSS.

Contudo, sob a ótica técnica, Dino apenas aplicou a cartilha clássica do garantismo. Ao tentar o "jeitinho regimental" de votar tudo em bloco, a oposição entregou de bandeja o argumento da nulidade. Investigar o filho de um presidente exige um processo à prova de balas; qualquer deslize formal transforma a prova em fumaça nos tribunais superiores.

A decisão tem um efeito prático devastador para a CPMI: o relógio parou.

  1. Obstrução Facilitada: Agora que cada um dos 87 nomes precisa de uma sessão e de um debate, a base governista tem o cenário ideal para a obstrução infinita.

  2. A Derrota de Alcolumbre: O presidente do Congresso, que tentou validar a votação conturbada, vê sua autoridade ser contestada pela caneta do STF.

Se o objetivo de Dino fosse "acobertar", ele teria proibido a investigação. Ele não o fez. Ele exigiu que ela fosse feita pelas regras. O problema é que, no xadrez de Brasília, seguir as regras muitas vezes é o caminho mais longo e tortuoso, dando tempo para que alianças se refaçam e o ímpeto investigativo se esvazie.

A oposição agora enfrenta um dilema: terá coragem de pautar o nome de Lulinha individualmente, enfrentando o desgaste de uma votação nominal, ou aceitará que a tentativa de "atropelo" acabou por blindar o alvo?

Jovem sequestrada teria sido morta por dívida de R$ 200

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Vítima 

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) abriu uma investigação rigorosa para esclarecer o homicídio de Evilly Soares da Silva, cujo corpo foi localizado no último domingo (1º) em uma área rural do município de Ouro Branco, no Sertão alagoano. O foco principal das autoridades recai sobre uma hipótese chocante: a vítima teria sido executada devido a uma dívida de apenas R$ 200.

Segundo relatos coletados por veículos de imprensa locais, o companheiro da vítima, identificado como Fernando, confirmou a existência do débito. Em seu depoimento, ele lamentou a desproporção entre o valor — que classificou como irrisório — e a violência do desfecho, mencionando que havia a intenção de quitar o montante na segunda-feira seguinte.

A discrepância entre o valor da dívida e a gravidade do crime é um dos pontos que a Polícia Civil deve analisar detalhadamente. Em crimes de execução, valores baixos costumam ser apenas o estopim de uma tensão pré-existente ou uma forma de demonstração de força por parte de organizações criminosas.

Embora a motivação financeira seja a pista principal, as autoridades não descartam o envolvimento da vítima com redes de tráfico de entorpecentes na região. A investigação conduzida pela PCAL aponta para a possibilidade de que o débito estivesse atrelado à compra ou comercialização de substâncias ilícitas.

Especialistas em segurança pública apontam que, no contexto do tráfico em cidades de pequeno porte, o assassinato por valores baixos (os chamados "R$ 200 de mixaria") funciona como uma ferramenta de manutenção de autoridade. A execução serve de aviso para outros devedores, priorizando a reputação de "cobrador implacável" sobre o próprio lucro financeiro.

A delegacia responsável pelo caso segue realizando diligências para identificar os autores do crime e entender a dinâmica exata do ocorrido. O corpo de Evilly foi encaminhado para perícia no Instituto Médico Legal (IML), que deve fornecer subsídios técnicos fundamentais para o inquérito policial.

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