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| Imagem produzida por IA | Portal Tabu |
De acordo com o depoimento dos familiares, a mãe, Morgana, deu entrada no pronto-socorro na noite desta segunda-feira (3) apresentando dores intensas e contrações frequentes, mas permaneceu aguardando por aproximadamente 60 minutos antes de receber atenção médica. O agravamento do quadro culminou no nascimento do bebê na própria área de espera, sem o suporte imediato dos profissionais de saúde da unidade. Gravações produzidas e publicadas pelos parentes exibem o chão da recepção marcado por manchas de sangue logo após a ocorrência.
Após a exposição do caso, diversos cidadãos compartilharam relatos detalhando problemas semelhantes no local. O usuário Ítalo Pietro narrou ter tido que pressionar os funcionários para que chamassem a enfermagem durante o trabalho de parto de sua esposa, descrevendo o atendimento inicial como desumano e despreparado, apesar de considerar a infraestrutura física do prédio satisfatória. Em outro relato, uma mãe afirmou ter tido um filho prematuro de 28 semanas em um ambiente de parto sem higienização adequada, coberto de sangue; ela acrescentou que outro filho seu veio a falecer após passar 19 dias sob cuidados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal devido a complicações.
Ademais, uma paciente que efetua o acompanhamento pré-natal no local contou ter testemunhado o atendimento a uma mulher que chegou com a bolsa rompida e em extrema dor, momento em que uma das funcionárias da recepção teria rebatido dizendo que havia um prazo de até uma hora para o atendimento. O mesmo relato aponta um cenário recorrente de superlotação na estrutura, alimentado pelo redirecionamento de gestantes que não encontram leitos disponíveis em outras maternidades de Maceió.






