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Mecânico é preso em Maceió após desmontar e vender peças de carro de cliente

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Imagem produzida por IA
Um prestador de serviços automotivos foi detido em flagrante pela Polícia Militar na tarde desta sexta-feira (19), no bairro da Cidade Universitária, na parte alta de Maceió. O homem é suspeito do crime de apropriação indébita qualificada após receber o veículo de um cliente para a realização de reparos estéticos e, em vez disso, desmantelar o automóvel para comercializar os componentes.

Denúncia e flagrante em condomínio

Conforme os dados repassados pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL), a captura ocorreu depois que o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) recebeu um alerta sobre a existência de um possível desmanche clandestino operando no interior de um conjunto residencial da região. Uma equipe da guarnição Fox 4 foi enviada para averiguar a situação.

Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais encontraram o dono de um Volkswagen Polo Hatch. O cidadão explicou aos militares que tinha deixado seu automóvel em um estabelecimento de funilaria e pintura situado na Feirinha do Tabuleiro para que fossem feitos consertos na lataria.

Vítima procurou automóvel por dois meses

De acordo com o depoimento prestado pela vítima às autoridades, o proprietário do carro vinha tentando, sem sucesso, reaver o meio de transporte há aproximadamente 60 dias. Diante das respostas evasivas, o cliente conseguiu rastrear a localização do prestador de serviços e resolveu ir até o condomínio por conta própria, onde se deparou com o carro já desmantelado.

Durante a fiscalização na propriedade, os policiais militares constataram que o Polo estava sem componentes fundamentais, como o alternador, o para-choque da parte frontal e diversos outros itens mecânicos e de acabamento. Além do automóvel da vítima, as autoridades localizaram no mesmo perímetro outros três carros com sinais de desmonte: um Peugeot 206, um Gol G3 e uma Pajero TR4.

Ao ser interpelado pelos policiais da guarnição, o homem admitiu que desestruturou o Polo Hatch por iniciativa própria e confirmou que partes da mecânica e da estrutura já haviam sido vendidas para compradores terceiros. O suspeito reconheceu que o veículo estava sob sua guarda unicamente devido à contratação dos serviços automotivos originários.

Todas as partes envolvidas na ocorrência foram levadas para a Central de Flagrantes da Polícia Civil para a formalização do boletim. O carro foi devolvido ao dono de forma oficial mediante termo de restituição. Já o mecânico acabou autuado por apropriação indébita qualificada, acusação que prevê agravamento da punição na legislação brasileira pelo fato de o suspeito ter tido acesso ao bem material justamente por conta de seu ofício profissional. Ele segue sob custódia e à disposição do Poder Judiciário.

Saiba quem é o empresário morto a tiros em Arapiraca

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Marquinhos foi alvo do atentado no bairro Baixão - Reprodução/Rede Social
O empresário Marcos Aparecido Ribeiro, de 46 anos, conhecido popularmente como “Marquinho”, morreu na noite desta quarta-feira (17) após ser baleado durante um atentado no bairro Baixão, em Arapiraca, no Agreste de Alagoas.

Marquinho era proprietário de uma loja de produtos importados e bastante conhecido na cidade, onde mantinha relações com comerciantes, clientes e moradores da região. Sua morte causou comoção entre familiares, amigos e conhecidos.

O crime aconteceu na Avenida Miguel Correia de Amorim, nas proximidades da Central de Polícia e da Delegacia de Homicídios. Segundo informações policiais, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e efetuaram diversos disparos contra o empresário.

A vítima foi atingida por cerca de quatro t!ros de rev0lver cal!bre .38. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizaram os primeiros socorros e encaminharam Marquinho para o Hospital de Emergência do Agreste (HEA), mas ele não resistiu aos ferimentos.

Durante a ação crim!nosa, um policial militar da Bahia que estava à paisana presenciou o atentado e reagiu. Um dos suspeitos foi bale4do e morreu ainda no local. O segundo envolvido conseguiu fugir na motocicleta utilizada no crime e segue sendo procurado pelas autoridades.

O rev0lver utilizado no atentado foi apreendido e encaminhado para perícia. A Polícia Civil investiga a motivação do crime e trabalha para localizar o suspeito foragido.

A morte do empresário gerou forte repercussão em Arapiraca, onde ele era conhecido pelo trabalho no comércio local.

Operação Cerco Fechado: Polícia Civil cumpre 51 mandados contra organizações criminosas em Alagoas

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Polícia desencadeia megaoperação contra o crime organizado e cumpre 51 mandados em AL. Assessoria PCAL
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) deflagrou, nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (18), a 5ª fase da Operação Cerco Fechado, uma das maiores ações de combate ao crime organizado realizadas no estado neste ano. Ao todo, estão sendo cumpridos 51 mandados judiciais de prisão, busca e apreensão na Região Metropolitana de Maceió e em municípios do interior alagoano.

A operação tem como objetivo enfraquecer organizações criminosas envolvidas em diversas modalidades de crimes, ampliando o trabalho de investigação e repressão desenvolvido pelas forças de segurança pública.

A ofensiva é comandada pelo delegado Sidney Tenório, com coordenação dos delegados Bruno Tavares e Bárbara Porto.

Um grande efetivo foi mobilizado para o cumprimento das ordens judiciais, reunindo equipes das Diretorias de Polícia Judiciária, Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), Delegacia de Homicídios, CORE, Oplit e diversas delegacias especializadas e regionais.

Na Região Metropolitana de Maceió, os mandados são executados em Rio Largo e em bairros como Tabuleiro do Martins, Benedito Bentes, Clima Bom, Jacintinho, Cidade Universitária, Santa Amélia, Santos Dumont, Pitanguinha e Vergel.

Segundo a Polícia Civil, a Operação Cerco Fechado integra uma estratégia permanente de enfrentamento ao crime organizado em Alagoas. As investigações identificaram suspeitos ligados a atividades criminosas que impactam diretamente a segurança da população.

As diligências seguem em andamento e novos balanços com informações sobre prisões e apreensões deverão ser divulgados ao longo do dia.

Empresário é morto a tiros em Arapiraca; um dos suspeitos morre em confronto com policial

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Um crime chocou o bairro Baixão, em Arapiraca, na tarde desta quarta-feira (17). O empresário Marcos Aparecido Ribeiro, conhecido como “Marquinho”, foi vítima de um atentado a tiros e faleceu no local.

O caso teve um desfecho rápido: um policial à paisana presenciou a ação criminosa e reagiu. Houve troca de tiros e um dos suspeitos de participar do atentado foi atingido e morreu no local. O segundo envolvido conseguiu fugir e segue sendo procurado pelas autoridades.

A polícia já iniciou as investigações para identificar o suspeito foragido e entender a motivação do crime. Nossa equipe acompanha o caso e traz atualizações em breve.

Empresária de maceió denuncia extravio e furto de mercadorias em transporte da Gol; prejuízo supera R$ 25 mil

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A empresária alagoana Érica da Silva recorreu às autoridades após sofrer um prejuízo significativo em uma viagem de negócios. Mercadorias compradas em São Paulo, destinadas a abastecer sua loja em Maceió, foram extraviadas, violadas e parcialmente furtadas durante o transporte aéreo realizado pela companhia Gol.

O incidente ocorreu no último dia 3 de junho. Segundo o relato da comerciante, após retornar de uma viagem de compras na capital paulista, ao receber sua bagagem, constatou que as malas haviam sido abertas. Ao verificar o conteúdo, percebeu a ausência de diversas peças que seriam comercializadas em seu estabelecimento.

A empresária estima que o prejuízo financeiro supere a marca de R$ 25 mil. Além do valor financeiro, a situação gerou transtornos operacionais para a gestão de seu estoque e para o atendimento aos clientes de sua loja.

Vídeo flagra espanc4mento brutal entre moradores de rua no Centro de Maceió.

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Uma cena de violência envolvendo dois homens em situação de rua foi registrada em vídeo nesta semana na região central de Maceió. As imagens mostram o momento em que um dos envolvidos agride brutalmente o outro, enquanto a ação é observada por outras pessoas em situação de vulnerabilidade social e por pedestres e motoristas que passavam pelo local. A identidade dos dois homens não foi divulgada.

O delegado Thiago Prado, informou que uma equipe de segurança foi enviada ao endereço onde ocorreu a agressão. No entanto, ao chegarem ao local, os agentes não encontraram nenhum dos envolvidos. Segundo o delegado, ambos são usuários de drogas já conhecidos por frequentar a região.

Thiago Prado explicou que situações semelhantes têm sido registradas com frequência e, muitas vezes, estão relacionadas ao consumo de entorpecentes. De acordo com ele, conflitos costumam surgir durante crises de abstinência ou em momentos de compartilhamento das substâncias. O secretário citou como exemplos recentes o caso de uma mulher trans agredida na mesma área e a tentativa de homicídio sofrida por um homem na Praça dos Martírios, supostamente praticada por outros dois indivíduos.

Ainda segundo o delegado, equipes municipais realizam abordagens sociais constantes na região com o objetivo de encaminhar pessoas em situação de rua para abrigos ou programas de aluguel social. No entanto, ele ressaltou que muitos recusam esse tipo de assistência, exercendo o direito de permanecer nas ruas. Para Thiago Prado, a situação dos dependentes químicos que vivem em espaços públicos exige medidas mais efetivas, uma vez que, na avaliação dele, o problema contribui para o aumento dos índices de violência urbana na capital alagoana.

As autoridades orientam que qualquer episódio de violência presenciado pela população seja comunicado imediatamente às forças de segurança. As denúncias podem ser feitas à Polícia Militar pelo telefone 190 ou à Guarda Municipal por meio do número 153.

Policial acusado de matar colegas dentro de viatura é indiciado por duplo homicídio qualificado

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Imagem do acusado e das vítimas | Foto: Reprodução
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) encerrou as investigações sobre o assassinato dos policiais civis Yago Gomes Pereira e Denivaldo Jardel Lira Moraes, mortos na madrugada de 20 de maio deste ano, em Delmiro Gouveia, no Sertão alagoano. O inquérito foi conduzido por uma comissão especial coordenada pelo delegado Sidney Tenório e teve suas conclusões apresentadas nesta quarta-feira (17), durante entrevista coletiva realizada na sede da Delegacia Geral, em Maceió.

Ao detalhar os resultados da apuração, os integrantes da comissão confirmaram o indiciamento do policial civil Gildate Goes Moraes Sobrinho por duplo homicídio qualificado. De acordo com Sidney Tenório, as provas reunidas ao longo da investigação foram suficientes para confirmar a autoria dos disparos. O acusado segue preso preventivamente desde o dia do crime e permanece à disposição da Justiça.

As investigações revelaram que, antes do ocorrido, os três policiais passaram várias horas em uma choperia localizada no município de Piranhas. Conforme os depoimentos colhidos, eles chegaram ao estabelecimento por volta das 18h e permaneceram no local até depois da meia-noite. Funcionários ouvidos pela comissão informaram que o grupo consumiu nove rodadas de chope artesanal e que, durante todo o período, não houve qualquer discussão, desentendimento ou comportamento que indicasse conflito entre os colegas.

Os exames toxicológicos realizados nas duas vítimas e também no policial investigado descartaram o uso de drogas ilícitas e medicamentos de controle especial. Já os testes de alcoolemia feitos nos corpos de Yago Gomes Pereira e Denivaldo Jardel Lira Moraes apontaram elevados níveis de álcool no organismo. Embora o exame realizado em Gildate tenha apresentado resultado negativo, os delegados explicaram que a coleta ocorreu cerca de 12 horas após o crime, tempo suficiente para que o álcool fosse metabolizado. Além disso, relatos de testemunhas e imagens analisadas pelos investigadores indicaram que ele apresentava sinais claros de embriaguez.

A perícia realizada nos aparelhos celulares dos envolvidos também foi considerada fundamental para a investigação. Segundo o delegado Flávio Dutra, não foram encontrados registros de mensagens, ameaças, discussões ou qualquer outro elemento que sugerisse planejamento prévio ou desavenças entre o investigado e as vítimas. A análise levou os investigadores à conclusão de que não há evidências de premeditação.

Apesar do avanço das investigações, a motivação do crime não pôde ser esclarecida. Conforme informou Flávio Dutra, apenas o próprio autor teria condições de explicar o que ocorreu dentro da viatura nos instantes que antecederam os disparos. Em novo interrogatório, Gildate manteve a mesma versão apresentada desde sua prisão, alegando não se lembrar do momento em que os tiros foram efetuados. Ele atribuiu a suposta perda de memória ao consumo excessivo de bebida alcoólica.

O crime aconteceu quando os três policiais retornavam de uma ocorrência para a Delegacia Regional de Delmiro Gouveia. Conforme a investigação, eles estavam no mesmo veículo oficial no momento em que os disparos foram realizados. Após o caso, Gildate Goes Moraes Sobrinho foi preso sob suspeita de ter executado os dois colegas dentro da viatura. Em depoimento às autoridades, afirmou que havia ingerido grande quantidade de bebida alcoólica horas antes do ocorrido e declarou não se recordar das circunstâncias em que os tiros foram disparados.

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