Alagoas

Alagoas

POLÍTICA

POLÍCIA

Portal Tabu

Vídeos

Brasil

Eleições 2026

Ápice: Remi Filho tem 90,7% de aprovação em Murici, aponta pesquisa

Nenhum comentário

Foto: Filipe Vieira

A gestão do prefeito de Murici, Remi Filho, alcançou o expressivo índice de 90,7% de aprovação entre os moradores do município, segundo levantamento recente realizado pelo Instituto Ápice. O resultado consolida uma avaliação amplamente positiva do trabalho desenvolvido pela atual administração municipal.

De acordo com os dados apresentados pela pesquisa:

  • Aprovação: 90,7%

  • Desaprovação: 5,1%

  • Não souberam ou não responderam: 4,2%

Os números colocam a aprovação de Remi Filho em um patamar elevado e refletem uma percepção majoritariamente favorável da população em relação às ações e projetos executados pela prefeitura.

Metodologia da Pesquisa

O estudo foi realizado no dia 4 de setembro de 2026 e ouviu 400 eleitores de Murici, contemplando moradores das zonas urbana e rural do município por meio de entrevistas presenciais realizadas em domicílios.

A pesquisa possui um nível de confiança de 95% e apresenta uma margem de erro estimada em aproximadamente 4,85 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando a amostra utilizada.

Decisão judicial mira bens de JHC e João Caldas em pleno período eleitoral

Nenhum comentário
João Caldas e JHC
O Poder Judiciário de Alagoas autorizou a varredura e o eventual bloqueio de haveres financeiros vinculados às contas bancárias de João Henrique Holanda Caldas, o JHC (PSDB), postulante ao governo estadual, e de seu pai, o ex-parlamentar João Caldas da Silva. A ordem partiu do magistrado Jamil Amil Albuquerque de Hollanda Ferreira, titular da 7ª Vara Cível da Capital, no âmbito de uma ação de cobrança movida pela empresa Imagine Comunicação & Marketing Ltda.

O imbróglio jurídico estende-se nos tribunais desde 2015 e cobra o adimplemento de débitos relativos a serviços publicitários prestados durante a vitoriosa campanha de JHC à Câmara dos Deputados em 2014, pleito no qual o político despontou como o candidato mais votado de Alagoas.

Para dar efetividade ao cumprimento da obrigação, o juiz liberou o acionamento do SisbaJud por meio do protocolo conhecido como "teimosinha" — dispositivo que promove buscas automatizadas e reiteradas no sistema financeiro por um período contínuo de até 30 dias. O objetivo é interceptar valores disponíveis até atingir o montante integral do crédito executado no processo. A determinação, contudo, possui caráter estritamente cautelar e não assegura que o saldo devedor já tenha sido localizado ou efetivamente confiscado.

Por outro lado, o magistrado indeferiu pleitos adicionais formulados pela credora, que buscavam o rastreamento de veículos, bens imóveis, participações societárias e a eventual constrição de patrimônio comunicável da esposa de um dos executados.

Em contraponto às medidas judiciais, a comunicação oficial da coligação Alagoas Gigante informou que a defesa do candidato contestará o posicionamento proferido. Em nota, a campanha enfatizou o contexto temporal da deliberação: "A assessoria de comunicação da coligação Alagoas Gigante informa que o candidato JHC irá recorrer da decisão nesse processo antigo, que foi tomada no período eleitoral".



Bate-boca entre Moraes e Mendonça: ‘quem tem medo da Polícia Federal?’

Nenhum comentário

Bate-boca entre Moraes e Mendonça: ‘quem tem medo da Polícia Federal?’

Nenhum comentário
Mendonça e Moraes
Em um dos momentos mais tensos e politicamente carregados do Supremo Tribunal Federal, o plenário da Corte transformou-se em arena de um embate direto entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça durante a sessão desta terça-feira (15). No centro de uma crise institucional imprevisível, Moraes rompeu o silêncio após quase duas horas de deliberação para rebater as acusações que o colocam no foco das atenções da República.

Adotando um tom ostensivamente defensivo e incisivo, Moraes ironizou a atuação do colega ao provocar o plenário com a pergunta: “Quem tem medo da Polícia Federal?”. O ápice da tensão ocorreu quando o magistrado subiu o tom do discurso e acusou Mendonça de atuar alinhado a interesses partidários, declarando abertamente que o relator estaria “a serviço de um grupo político que tentou dar um golpe”.

O confronto escancara as profundas fraturas internas do STF no julgamento que define a validade jurídica de um inquérito da Polícia Federal. Sob a relatoria de Mendonça, a investigação trouxe à tona trocas de mensagens entre um contato atribuído a Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, atualmente preso sob a acusação de arquitetar um rombo bilionário de R$ 12,7 bilhões no sistema financeiro. O julgamento coloca a própria reputação da Suprema Corte em xeque ao decidir se o inquérito policial é legítimo e se um de seus integrantes mais influentes passará formalmente à condição de investigado.

Operação Eixo Reginaldo: Polícia Civil prende dois líderes de facção em Maceió

Nenhum comentário
Operação policial foi deflagrada nesta terça-feira. Arquivo/Divulgação
Dois homens apontados como integrantes da cúpula de uma facção ligada ao PCC foram capturados nesta terça-feira (15), no decorrer da Operação Eixo Reginaldo. A ação foi deflagrada pela Polícia Civil para dar cumprimento a oito ordens judiciais expedidas pela 17ª Vara Criminal da Capital — consistindo em três mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão —, visando desmantelar a estrutura da organização criminosa em Maceió. As diligências operacionais foram lideradas de forma conjunta pela Diretoria de Repressão à Corrupção e Combate ao Crime Organizado (Dracco) e pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), sob a condução dos delegados Igor Diego e Pedro Alves.

Segundo o delegado Pedro Alves, o monitoramento sobre a quadrilha começou a partir da apuração de um assassinato. No decorrer dos levantamentos, os investigadores descobriram que a rede criminosa mantinha ramificações no comércio ilegal de entorpecentes, assaltos, ilícitos com armas de fogo e lavagem de capitais, atuando fortemente nas comunidades do Vale do Reginaldo e nos bairros do Poço e Jacintinho.

As autoridades policiais detalharam que a dupla detida exercia papel de liderança territorial, sendo responsável por definir a distribuição e os pontos de entrega das drogas, além de orientar quais contas bancárias deviam receber os depósitos do faturamento do tráfico. A corporação revelou ainda que os membros do bando executavam assaltos em diversas regiões da cidade como forma de captação de recursos financeiros para o grupo. A Polícia Civil mantém as investigações em andamento e dará início à perícia minuciosa dos itens recolhidos durante as buscas.

Suspeito de aplicar golpes em idosos em caixas eletrônicos é preso pela Dinpol no Prado

Nenhum comentário
Reprodução
Em uma ação deflagrada nesta segunda-feira (14), agentes da Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), sob a liderança do delegado Thales Araújo, efetuaram a prisão preventiva de um homem de 53 anos acusado do crime de estelionato. A captura ocorreu no bairro do Prado, na capital alagoana, após o trabalho de monitoramento da equipe de inteligência localizar o automóvel utilizado pelo investigado. Contra ele, havia uma ordem de prisão expedida pela 3ª Vara Criminal da comarca de Santana do Ipanema.

As investigações apontam que o suspeito focava suas ações em agências bancárias e áreas de autoatendimento, onde se aproximava das vítimas — em sua maioria pessoas idosas — simulando ser um funcionário do banco ou um cliente prestativo disposto a auxiliar no manuseio dos caixas eletrônicos. No decorrer dessa falsa ajuda, ele realizava a troca secreta dos cartões bancários para, em seguida, efetuar saques indevidos e contratar empréstimos em nome dos titulares. No momento em que foi abordado pelos policiais, o homem estava em posse de duas máquinas de cartão de crédito e diversos cartões em nome de terceiros.

O histórico criminal do acusado revela uma longa trajetória no crime, com registros de envolvimento em práticas ilegais de estelionato que remontam ao ano de 2005, incluindo uma prisão em flagrante registrada em 2025 pelo mesmo delito. Diante dos fatos, ele foi conduzido para a realização dos trâmites legais e agora segue recluso, à disposição do Poder Judiciário.

PF deflagra Operação Rota Paralela e bloqueia R$ 4,6 milhões por fraudes em Capela, Maceió, Rio Largo e Atalaia

Nenhum comentário
Viatura da PF
Uma ação conjunta deflagrada pela Polícia Federal (PF) em parceria com a Controladoria Regional da União em Alagoas (CGU/AL) resultou no afastamento de servidores públicos de suas funções nesta terça-feira (15). Denominada Operação Rota Paralela, a ofensiva busca aprofundar as apurações sobre um suposto esquema de desvio de verbas federais no município de Capela, no interior do estado. 

Ao todo, os agentes cumprem 12 mandados de busca e apreensão distribuídos pelas cidades de Capela, Maceió, Rio Largo e Atalaia. Além de suspender os funcionários investigados dos seus cargos, a Justiça atendeu ao pedido dos órgãos de controle e decretou o bloqueio de bens no valor total de R$ 4.673.795,01.

As apurações apontam que as irregularidades ocorreram entre os anos de 2018 e 2024, envolvendo recursos da União repassados à prefeitura de Capela por meio de contratos voltados à locação de máquinas e veículos. Conforme detalhado pela Polícia Federal, agentes públicos e demais suspeitos teriam atuado para fraudar os processos licitatórios e direcionar as contratações em benefício de uma empresa específica do segmento. Houve ainda indícios de falhas intencionais e adulterações no acompanhamento e na fiscalização do cumprimento das obrigações contratuais firmadas pelo município.

As diligências executadas nesta terça têm como foco a apreensão de documentos, dispositivos eletrônicos e novos elementos probatórios capazes de detalhar a engrenagem do suposto esquema, delimitando a responsabilidade de cada participante. O afastamento cautelar dos servidores busca interromper a atuação dos alvos nas posições públicas que ocupavam, enquanto o congelamento patrimonial superior a R$ 4,6 milhões visa resguardar valores para ressarcir o erário caso a extensão do dano financeiro aos cofres públicos seja confirmada.

Dependendo do nível de participação, os envolvidos poderão ser responsabilizados por crimes como frustração do caráter competitivo de licitação, fraude licitatória e contratual contra a Administração Pública, peculato, lavagem de capitais e associação criminosa. As investigações prosseguem para determinar se outros indivíduos integraram a rede ilícita e para elucidar todos os fatos ligados aos contratos sob suspeita.

© 2022 - 2024 | Portal Tabu - Todos os direitos reservados.
A republicação é gratuita desde que citada a fonte.