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| Prefeito Kil e vice Junior Menezes | Foto: BR104 |
As frases "Kil traidor", estampadas em paredes pela cidade, não representam apenas um ato de vandalismo, mas um reflexo da instabilidade gerada por rumores de novas alianças eleitorais. O episódio remete ao ano de 2020, quando prédios públicos como a Escola Estadual Rocha Cavalcanti e o CAPS foram depredados com mensagens de "Fora Kil".
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| Pichação realizada em 2020 | Foto: reprodução |
O que mais chama a atenção no episódio atual, no entanto, é o silêncio ensurdecedor do prefeito Júnior Menezes. Como gestor da cidade, Menezes tem o dever de zelar pelo patrimônio e pela ordem pública, mas a ausência de uma postura firme contra atos criminosos levanta questionamentos sobre a conveniência política dessa omissão.
Historicamente, o grupo familiar de Júnior Menezes estava afastado do protagonismo local. O pai do atual gestor, prefeito em 1992, é lembrado por uma gestão marcada por crises e dívidas com o funcionalismo. O desgaste foi tamanho que, em um momento emblemático, o então prefeito José Iran Menezes da Silva fugiu por uma porta paralela da prefeitura durante um protesto de servidores revoltados.
Analistas locais apontam que o silêncio de Júnior Menezes pode ser interpretado como uma forma de endossar a retaliação contra Kil de Freitas, especialmente após as especulações de que o ex-gestor estaria estreitando laços com o grupo de JHC.
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| Pichação em 2026 | Foto: Reprodução |
📢 Editorial Portal Tabu:
Até quando o silêncio administrativo servirá de escudo para o vandalismo político? União merece uma gestão que governe para todos e respeite a lei, independentemente de quem seja o alvo das críticas.
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