Família relata ferimentos em corpo de jovem encontrada morta em rio no Litoral Norte de Alagoas

Mônica Zeferino dos Santos Silva, de 18 anos, foi encontrada morta - Foto: Reprodução

A morte de Mônica Zeferino dos Santos Silva, de 18 anos, encontrada em um rio no município de Matriz do Camaragibe, no Litoral Norte de Alagoas, segue sendo investigada. Segundo familiares, a jovem apresentava ferimentos pelo corpo quando foi localizada. Mônica estava desaparecida desde quinta-feira (13), após sair de casa dizendo que iria comprar sorvete e não retornar. 

O corpo foi encontrado na sexta-feira (14), nas proximidades da Ponte do Caranguejo, e reconhecido por familiares antes de ser encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Militar realizou o isolamento da área para permitir os primeiros trabalhos das equipes responsáveis pela perícia. De acordo com parentes, algumas lesões foram observadas no corpo da jovem após a localização. 

Apesar do relato, ainda não existe confirmação oficial sobre o que teria provocado esses ferimentos nem sobre a causa da morte. A Polícia Civil aguarda os resultados dos exames periciais, que deverão auxiliar na reconstrução das circunstâncias do caso e indicar o que causou a morte de Mônica. O desaparecimento começou a mobilizar familiares e amigos ainda na quinta-feira (13), quando a jovem deixou a residência informando que compraria sorvete. 

Como ela não voltou para casa, imagens de Mônica passaram a ser divulgadas nas redes sociais em busca de informações sobre seu paradeiro. Durante as buscas, também foi encontrado um par de sandálias que ela utilizava antes de sair. Em depoimento exibido pela TV Gazeta, a irmã da jovem cobrou esclarecimentos e afirmou que a família espera que todas as circunstâncias e possíveis responsabilidades sejam devidamente apuradas. 

“Queremos respostas, queremos que a morte da minha irmã seja esclarecida”, declarou. A irmã também descreveu Mônica como uma jovem carinhosa, frequentadora da igreja e cercada por muitos amigos, ressaltando que a família deseja preservar a lembrança de quem ela era. Antes mesmo dos esclarecimentos sobre a morte, os familiares já haviam solicitado que fotografias do corpo não fossem divulgadas nas redes sociais. 

A irmã também manifestou indignação com o compartilhamento de vídeos gravados no local onde Mônica foi encontrada e reforçou o pedido de respeito à memória da jovem. As investigações seguem em andamento, enquanto a Polícia Civil aguarda os laudos periciais para avançar na apuração do caso.

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