Saiba a partir de quando os trabalhadores poderão usar FGTS para quitar dívidas

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A partir do dia 25 de maio, os brasileiros terão acesso à consulta dos valores do FGTS que poderão ser direcionados ao programa Desenrola 2.0. As regras estabelecem que será possível utilizar até 20% do saldo disponível ou o montante fixo de R$ 1 mil — valendo sempre o que for mais vantajoso para o trabalhador — com o objetivo de quitar ou amortizar débitos atrasados. 

Após essa etapa inicial de consulta, os bancos parceiros terão cerca de 30 dias para organizar a documentação e repassar os dados à Caixa Econômica Federal. Uma vez que o acordo entre o cidadão e o banco credor for selado, a própria Caixa realizará o repasse direto do dinheiro para a instituição onde a dívida está registrada. 

Para viabilizar essa força-tarefa, o Governo Federal projeta uma movimentação de R$ 8,2 bilhões vindos do Fundo de Garantia, enquanto a Caixa ajusta os últimos detalhes técnicos e operacionais de seus sistemas.

Paralelamente, o Ministério do Trabalho e Emprego anunciou nesta quinta-feira (14) uma importante atualização para quem aderiu ao saque-aniversário: no dia 26 de maio, será liberado um saque complementar para quem foi demitido sem justa causa entre os anos de 2020 e 2025. 

A iniciativa, fundamentada em uma medida provisória de dezembro de 2025, deve alcançar mais de 10,5 milhões de trabalhadores, injetando cerca de R$ 8,4 bilhões na economia. É importante notar que, para fins de processamento, esses valores sumirão temporariamente do saldo visível do FGTS até o dia 25 de maio. 

O governo esclareceu que apenas as quantias já comprometidas em empréstimos de antecipação do saque-aniversário continuarão retidas, seguindo o que foi assinado com cada banco. Para os demais, o crédito ocorrerá de forma automática nas contas indicadas pelo aplicativo oficial do FGTS.

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