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| Imagem produzida por IA |
Denúncia e flagrante em condomínio
Conforme os dados repassados pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL), a captura ocorreu depois que o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) recebeu um alerta sobre a existência de um possível desmanche clandestino operando no interior de um conjunto residencial da região. Uma equipe da guarnição Fox 4 foi enviada para averiguar a situação.
Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais encontraram o dono de um Volkswagen Polo Hatch. O cidadão explicou aos militares que tinha deixado seu automóvel em um estabelecimento de funilaria e pintura situado na Feirinha do Tabuleiro para que fossem feitos consertos na lataria.
Vítima procurou automóvel por dois meses
De acordo com o depoimento prestado pela vítima às autoridades, o proprietário do carro vinha tentando, sem sucesso, reaver o meio de transporte há aproximadamente 60 dias. Diante das respostas evasivas, o cliente conseguiu rastrear a localização do prestador de serviços e resolveu ir até o condomínio por conta própria, onde se deparou com o carro já desmantelado.
Durante a fiscalização na propriedade, os policiais militares constataram que o Polo estava sem componentes fundamentais, como o alternador, o para-choque da parte frontal e diversos outros itens mecânicos e de acabamento. Além do automóvel da vítima, as autoridades localizaram no mesmo perímetro outros três carros com sinais de desmonte: um Peugeot 206, um Gol G3 e uma Pajero TR4.
Ao ser interpelado pelos policiais da guarnição, o homem admitiu que desestruturou o Polo Hatch por iniciativa própria e confirmou que partes da mecânica e da estrutura já haviam sido vendidas para compradores terceiros. O suspeito reconheceu que o veículo estava sob sua guarda unicamente devido à contratação dos serviços automotivos originários.
Todas as partes envolvidas na ocorrência foram levadas para a Central de Flagrantes da Polícia Civil para a formalização do boletim. O carro foi devolvido ao dono de forma oficial mediante termo de restituição. Já o mecânico acabou autuado por apropriação indébita qualificada, acusação que prevê agravamento da punição na legislação brasileira pelo fato de o suspeito ter tido acesso ao bem material justamente por conta de seu ofício profissional. Ele segue sob custódia e à disposição do Poder Judiciário.
