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| Reprodução |
Segundo o depoimento da vítima, ela foi atingida por um tapa no rosto após questionar o parceiro sobre o consumo de substâncias entorpecentes. Ela também mencionou que episódios anteriores de violência já haviam ocorrido, embora não tivessem sido registrados formalmente.
Com base nas informações recebidas, os agentes da Oplit foram até a residência do casal. Ao chegarem ao endereço, os policiais escutaram barulhos de objetos quebrando no interior do imóvel, sugerindo que o homem estava tropeçando ou caindo. Ao entrarem, a equipe constatou que o local estava completamente revirado e encontrou ampolas de medicamentos e seringas espalhadas pela casa. O profissional de saúde animal exibia sinais visíveis de entorpecimento e discursos sem nexo.
Diante do cenário e das evidências, a polícia efetuou a prisão em flagrante. Para garantir a segurança da operação e evitar riscos, o homem foi algemado, seguindo as diretrizes da Súmula Vinculante nº 11 do Supremo Tribunal Federal (STF), e conduzido sem pertences pessoais. Todos os envolvidos foram encaminhados para a Central de Flagrantes, onde as autoridades policiais adotaram os procedimentos jurídicos necessários. O episódio ressalta a relevância das ferramentas de denúncia e da pronta intervenção policial no combate à violência de gênero.
