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| Ascom PMAL |
Durante as incursões, os militares realizaram visitas preventivas a endereços com histórico de reincidência. Em pontos considerados críticos, a polícia aplicou medidas rigorosas para interromper fontes de barulho que descumpriam os limites permitidos por lei.
Um dos diferenciais deste planejamento operacional foi o olhar direcionado a grupos vulneráveis. As equipes priorizaram ocorrências em que o excesso de ruído estava prejudicando diretamente:
Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA): sensíveis a estímulos sonoros intensos;
Idosos e enfermos: que necessitam de repouso para a manutenção da saúde;
Vítimas de conflitos: situações onde o barulho excessivo é utilizado como ferramenta de ameaça ou decorre de brigas domésticas.
De acordo com a Polícia Militar, a presença ostensiva visa reduzir a criminalidade secundária, já que a perturbação do sossego frequentemente escala para confrontos físicos e até crimes mais graves. A corporação reforça que o uso abusivo de aparelhos de som e descargas de veículos pode resultar na apreensão do equipamento e no encaminhamento dos responsáveis à delegacia para a lavratura de Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs).
A operação "Na Base do Sossego" deve seguir com novas etapas ao longo do fim de semana, monitorando as manchas criminais e o volume de queixas da população local para garantir a tranquilidade pública.
