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| Rodrigo Cunha, prefeito de Maceió | Foto: Reprodução |
Em análise divulgada no último sábado (13), o jornalista Ricardo Mota, apontou que o maior obstáculo da administração do prefeito Rodrigo Cunha reside na escassez de verbas públicas. De acordo com o colunista, as dificuldades financeiras decorrem da reta final do mandato do ex-prefeito JHC, período que teria sido caracterizado por despesas excessivas em solenidades e entregas de obras. Mota pontuou que o encerramento do governo anterior estrapolou o teto de gastos recomendável ao investir fortemente na realização de eventos e inaugurações.
A tese é de que a equipe atual herdou limitações nas contas públicas muito mais severas do que as projetadas durante o período de transição partidária. Apesar do cenário adverso na condução da cidade, o jornalista revelou que Rodrigo Cunha tem optado por não culpar abertamente seu predecessor na prefeitura.
Vale lembrar que a gestão de JHC contou com o suporte de montantes atípicos, como a indenização de R$ 1,7 bilhão paga pela Braskem e aproximadamente meio milhão de reais provenientes da BRK, fundos que foram totalmente utilizados pelo antigo gestor antes de ele deixar o cargo. Diante desse panorama, o foco agora se volta para a real situação fiscal de Maceió, que já apresenta entraves práticos no repasse de pagamentos para prestadores de serviços de zeladoria de praças e de recolhimento de resíduos urbanos.
