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O debate sobre as diretrizes urbanísticas reúne divergências em torno da expansão e do adensamento da cidade para as próximas décadas. Entre os pontos centrais das discussões estão o limite de verticalização na região do Litoral Norte e a autorização para a construção de empreendimentos imobiliários de grande porte na área da Lagoa da Anta, temas que dividem opiniões entre incentivo ao desenvolvimento e preservação socioambiental.
Paralelamente, a gestão da limpeza urbana tornou-se um dos principais focos de cobrança na Casa Legislativa. Integrantes do Parlamento municipal apontam que os débitos da Prefeitura com as concessionárias do serviço de coleta de lixo podem superpassar o montante de R$ 45 milhões, o que levantou questionamentos sobre a regularidade dos repasses, a transparência das cláusulas contratuais e a efetividade do trabalho fiscalizatório.
O impasse na prestação dos serviços de limpeza pública já motivou intervenções da Defensoria Pública e manifestações tanto de parlamentares da oposição quanto de integrantes da base governista. A expetativa é que ambas as matérias centralizem as deliberações e pautem as articulações políticas na Câmara durante este segundo semestre.
