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| Reprodução |
Durante o depoimento, o cabo declarou que as imagens foram registradas em 2025, período que, segundo ele, foi marcado por uma fase crítica de sua vida relacionada a um quadro de estresse pós-traumático. O policial relatou ainda que chegou a ser ferido durante uma ocorrência e que, posteriormente, passou a enfrentar problemas envolvendo o consumo de álcool e drogas. De acordo com sua versão, a situação também teria sido agravada pelas diversas transferências pelas quais passou dentro da corporação.
O militar informou que procurou atendimento no Centro de Atendimento Psicossocial de Arapiraca, mas afirmou que o tratamento realizado inicialmente não apresentou o resultado esperado. Depois disso, decidiu se internar voluntariamente, permanecendo durante quatro meses em tratamento.
Questionado sobre a arma de fogo exibida na gravação, o cabo disse não se recordar se o armamento era de propriedade particular ou pertencente à Polícia Militar. Ele confirmou, no entanto, que atualmente não está utilizando arma. Apesar de ter sido autorizado a retornar às atividades profissionais desde julho deste ano, o militar permanece submetido a uma série de medidas cautelares.
O episódio continua sendo apurado administrativamente pela Polícia Militar de Alagoas, que investiga as circunstâncias envolvendo a conduta do cabo e as possíveis transgressões disciplinares registradas no vídeo.
