A Corregedoria da Polícia Militar instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e decretou a prisão domiciliar de um cabo da corporação por um período inicial de 72 horas, contados desde 19 de agosto.
A decisão de afastar o agente para assegurar o decoro e a ordem interna ocorreu após a cúpula da PM receber uma gravação na qual o militar aparece inalando um pó branco — similar à cocaína — espalhado sobre o corpo de uma mulher deitada de bruços. O registro audiovisual mostra ainda um armamento de fogo preso à lingerie da acompanhante.
Em posicionamento oficial, o comandante-geral da instituição, coronel Paulo Amorim, garantiu que condutas desse tipo não serão toleradas sob sua gestão e assegurou a apuração rigorosa dos fatos.