![]() |
| Cortesia |
O líder comunitário e presidente da associação de moradores relembrou que os terrenos foram adquiridos de boa-fé para a construção de moradias, mas o empreendimento padece com a falta de infraestrutura básica, como pavimentação e saneamento, além da paralisação na instalação da iluminação pública — cujos postes chegaram a ser custeados com a antecipação de recursos pagos pelos adquirentes à Imobiliária Global.
No trecho onde foram executados calçamentos pontuais por meio de um acordo com um empresário da região, a via pública encontra-se tomada pela vegetação.
![]() |
| Cortesia |
Contudo, os adquirentes apontam que Claudio Stênio descumpriu diretrizes do contrato original, alterando plantas do loteamento que previam áreas verdes e praças de lazer, além de promover novos contratos com parte dos proprietários e recusar-se a receber pagamentos de parcelas remanescentes de terrenos — caso relatado pelo próprio líder comunitário, que teve um requerimento de quitação rejeitado pelo proprietário.
Recentemente, em uma nova articulação com o Poder Judiciário, os moradores obtiveram a validação dos pleitos originais nos autos do processo, e a liderança reafirmou que a associação continuará atuando pelas vias legais para assegurar o direito de cada comprador de construir suas residências de forma regular e justa.
ASSISTA O VÍDEO:

