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| Renan Calheiros, JHC e Arthur Lira |
Nesse desenho, Renan Filho abriria mão de disputar novamente o comando do Executivo estadual, apostando na possibilidade de integrar, como vice, a chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ministro dos Transportes, que atualmente é senador pelo MDB e ainda tem cinco anos de mandato pela frente, nunca escondeu, segundo interlocutores, a falta de entusiasmo por um terceiro mandato como governador.
As mesmas fontes afirmam que esse possível “acordão” poderia ser consolidado até abril, já com a definição das chapas proporcionais para deputado federal e deputado estadual. No entanto, o cenário ainda enfrenta resistência interna. O presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Marcelo Victor — apontado como um dos principais articuladores do processo sucessório — não abre mão da candidatura de Renan Filho ao governo.
O deputado tem reiterado que a aliança com o grupo dos Calheiros permanece sólida ao menos até 2030, quando o MDB, segundo ele, deverá transferir o protagonismo político ao grupo liderado por Marcelo Victor. Ao fazer um balanço das articulações políticas de 2025, o presidente da Assembleia ressaltou que “a democracia não admite heróis nem se sustenta em protagonismos individuais”, sinalizando que as decisões futuras devem ser construídas de forma coletiva.














