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| Reprodução |
De acordo com informações colhidas no local, equipes do Corpo de Bombeiros, Samu e Polícia Militar foram acionadas para conter o fogo e socorrer as vítimas. Luiz Gustavo foi resgatado com vida e estava consciente durante os primeiros atendimentos, apesar de apresentar queimaduras em 80% do corpo. No entanto, devido à severidade das lesões, ele não resistiu e faleceu pouco tempo após dar entrada na unidade de saúde.
A mulher que estava no apartamento também sofreu queimaduras de primeiro e segundo grau, atingindo cerca de 50% de seu corpo. Ela foi encaminhada ao Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Geral do Estado (HGE), onde permanece sob cuidados médicos. O quadro de saúde atualizado da sobrevivente ainda não foi detalhado pela equipe hospitalar.
Embora o laudo oficial da perícia ainda não tenha sido concluído, o caso é cercado por mistério e suspeitas de vizinhos. Relatos colhidos por equipes de reportagem no local indicam que o casal mantinha um relacionamento conturbado, com histórico recorrente de episódios de violência doméstica presenciados por moradores do edifício.
A principal linha de investigação, reforçada por testemunhas, apura a possibilidade de o incêndio ter sido provocado propositadamente pela mulher após uma discussão. A hipótese ganhou força entre os moradores, que descreveram o ambiente de conflito que precedeu o incêndio devastador.
O imóvel ficou completamente destruído pela força das chamas e passará por uma varredura técnica realizada por peritos criminais. O objetivo da Polícia Civil é determinar se o fogo teve origem em um acidente doméstico trágico ou se foi um ato deliberado resultante do conflito entre o casal.
