![]() |
| Maria Daniela Ferreira e Vitinho | Foto: Reprodução |
O episódio violento aconteceu no dia 6 de dezembro de 2024, mas voltou a ganhar forte notoriedade pública recentemente quando o pai de Maria Daniela veio a público expor que a filha convive com severas sequelas neurológicas, exigindo a responsabilização do culpado. Conforme os levantamentos policiais, os crimes ocorreram logo após uma celebração escolar em uma propriedade rural pertencente aos parentes do próprio investigado, no Povoado Poção. O inquérito aponta que a estudante sofreu abuso sexual, estrangulamento e agressões corporais severas que resultaram em um traumatismo craniano grave. Ela passou cinco dias em coma e hoje depende de reabilitação e cuidados de especialistas devido à perda de sua autonomia.
Durante a fase inicial das apurações, o delegado Diogo Martins, responsável pela chefia de operações da Delegacia Regional de Palmeira dos Índios, revelou que testes toxicológicos detectaram um conjunto de cinco substâncias no corpo de Maria Daniela: Diazepam, Fenitoína, Haloperidol, Nordiazepam e Prometazina. Segundo as autoridades, a Prometazina atua como um sedativo com potencial de ser usado para anular a capacidade de resistência de vítimas de crimes sexuais. Relatórios médicos também atestaram que ela passou por uma asfixia prolongada, gerando falta de oxigenação cerebral severa o bastante para deflagrar danos cognitivos irreversíveis. Em depoimentos anteriores, Victor Bruno refutou as acusações e, em uma gravação divulgada na internet, o pai do rapaz alegou que a moça sofreu um mal-estar repentino enquanto estava na companhia de seu filho, garantindo que o jovem a ajudou a receber socorro. O genitor acrescentou ainda que Victor Bruno não ingeria álcool e que, se a jovem bebeu, não foi junto dele.
