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Essa performance garantiu à web uma fatia de 38,3% de toda a verba publicitária do país. Em contrapartida, a televisão aberta recuou ligeiramente 0,25% em relação ao ano anterior, fechando o período com R$ 1,75 bilhão e assegurando uma participação de 31,3% do bolo comercial.
Essa reviravolta consolida uma transformação progressiva que vem desenhando os rumos do setor nos últimos anos. No cenário de 2023, a TV aberta exercia amplo domínio com 46,3% dos investimentos, ao passo que o meio digital detinha 33,9%.
O panorama começou a se estreitar em 2024, quando a rede avançou para 36,3% e as emissoras abertas encolheram para 42,4%. Após um cenário de igualdade técnica registrado em 2025, o ambiente virtual finalmente despontou na frente com margem expressiva em 2026.
Ao analisar o desempenho interno das mídias online, as propagandas em formato de display, englobando banners e elementos gráficos, continuaram na liderança do segmento ao concentrar 58% da verba digital arrecadada. Apesar disso, o grande destaque de aceleração ficou por conta das inserções em vídeo, cujo crescimento disparou 82% frente ao ano anterior, sinalizando uma forte tendência de consolidação desse modelo audiovisual nas plataformas da internet.
