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Durante a visita do comandante brasileiro ao marco que delimita a fronteira entre Brasil e Venezuela, a fotojornalista Katarine Almeida registrou a presença de veículos oficiais venezuelanos equipados com metralhadoras, além de militares armados. As imagens foram cedidas ao portal Metrópoles. Questionado sobre a movimentação, Angrizani afirmou aos presentes que a permanência das forças do país vizinho na área não representava problema. Não houve diálogo direto entre os militares brasileiros e venezuelanos.
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Também foi constatado que os soldados da Venezuela utilizavam rádios de comunicação e que um drone sobrevoava a área próxima à linha divisória. Além disso, quatro militares venezuelanos armados com fuzis foram vistos nas imediações da fronteira, cenário distinto do registrado no dia anterior, quando apenas um soldado estava no local, sem armamento visível.
Apesar do aumento da presença militar em ambos os lados, a situação segue considerada tranquila. O fluxo de pessoas permanece normal, com turistas atravessando para a Venezuela e migrantes entrando no Brasil em busca de trabalho ou fixação de residência.
Maduro detido em Nova York
No cenário internacional, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país por forças dos Estados Unidos após ataques militares norte-americanos ao território venezuelano. A informação foi confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, no sábado (3/1).
Desde então, Maduro está detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, conhecido como “a prisão dos famosos”, onde permanece enquanto aguarda julgamento pelos crimes de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas.
Nesta segunda-feira (5/1), o presidente venezuelano compareceu a uma audiência de instrução em um tribunal de Manhattan, região central de Nova York, ocasião em que se declarou inocente das acusações.

